- Um representante da Casa Branca disse que o presidente dos EUA afirmou que há conversas com Cuba e que um acordo entre as duas partes poderia ser facilmente fechado.
- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, informou que Cuba abriu negociações com Washington para buscar soluções por meio do diálogo.
- A declaração ocorre após Havana confirmar as negociações, em meio a uma crise econômica agravada pelo embargo petrolífero dos EUA.
- Após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro, os EUA cortaram o abastecimento de petróleo venezuelano a Cuba e ameaçaram tarifas sobre importações de outros países.
- Na semana passada, Trump mencionou que Cuba pode sofrer uma “tomada amigável” — ou não —, conforme as negociações avançam.
Donald Trump afirmou que os Estados Unidos estão conversando com Cuba e que os líderes cubanos deveriam concordar com um acordo, que, segundo ele, poderia ser feito com facilidade. A declaração foi reiterada por um funcionário da Casa Branca, após Havana confirmar negociações em curso.
Cuba informou em transmissão estatal que as negociações visam soluções por meio do diálogo para as diferenças bilaterais. O anúncio ocorreu em meio a pressões econômicas sobre a ilha, com bloqueios impostos pelos EUA e crise energética.
Desde a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro, EUA cortaram exportações de óleo venezuelano para Cuba e sugerem tarifas para países que vendam petróleo à ilha.
Na segunda-feira, Trump citou a possibilidade de uma “tomada amigável” de Cuba, acrescentando que talvez não seja compatível com esse tom. A narrativa ocorre em meio a relatos de dificuldades econômicas no país caribenho.
A Casa Branca atribui a Cuba a perda de apoio externo, incluindo a suspensão de envio de óleo pelo México, o que agrava a escassez de energia e bens essenciais. O governo cubano não comentará oficialmente sobre esse enquadramento.
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