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Israel mira pontos de controle iranianos com dicas de informantes, de fonte

Israel intensifica ofensiva contra o Irã, mirando checkpoints da Guarda Revolucionária Islâmica com informantes no terreno, sinalizando expansão da pressão militar

Fire ignited at the impact site following an Iranian missile strike, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in central Israel
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  • Israel lançou uma nova fase do ataque ao Irã, mirando pontos de controle operados pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) com base em informações de informantes no local.
  • Segundo uma fonte anônima, informantes em Teerã repassaram à Israel a localização de três pontos de controle atingidos nos últimos três dias.
  • A ofensiva indica maior esforço para enfraquecer as forças de elite do Irã, em operação aérea conjunta com os Estados Unidos.
  • Israel afirma que os objetivos de guerra incluem destruir capacidades militares e nucleares do Irã, além de criar condições para a queda do governo, embora esse cenário seja considerado incerto pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
  • Não houve sinal de dissidência organizada no Irã; o comando militar israelense disse ter atingido check-points em Teerã operados pelo Basij, unidade paramilitar vinculada ao IRGC, mas não há confirmação sobre a inclusão dessas posições.

Israel lançou uma nova fase de ataques contra o Irã, mirando postos de fiscalização controlados pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). A informação veio de uma fonte a par de estratégias militares, que falou à Reuters sob condição de anonimato.

O alvo atual envolve pontos de controle mantidos por forças do IRGC, em meio a bombardeios aéreos conjuntos com os EUA. A ação sugere uma intensificação dos esforços para fragilizar as tropas de elite iranianas.

Os objetivos de guerra de Israel incluem neutralizar capacidades militares e nucleares do Irã, além de criar condições para desestabilizar o governo iraniano, segundo declarações anteriores do premiê Benjamin Netanyahu, ainda sem confirmação de resultado.

Não houve sinal de dissidência organizada no Irã, segundo a narrativa divulgada, enquanto o país continua sob ataque. Autoridades iranianas não comentaram oficialmente o conteúdo.

Na quinta-feira, o próprio braço militar de Israel afirmou ter atingido postos de controle em Teerã operados pela Basij, unidade paramilitar ligada ao IRGC, usada para conter protestos no interior.

A fonte anônima informou que informantes em Teerã repassaram à defesa israelense dados sobre locais de três postos que teriam sido atingidos nos últimos três dias. Não foi possível confirmar se entre eles estavam os posicionamentos da Basij.

O Exército de Israel não respondeu de imediato a pedidos de comentário, segundo a agência. A agência de notícias não obteve confirmação adicional das partes envolvidas.

Contexto estratégico

A operação ocorre em meio a ações conjuntas com os Estados Unidos visando enfraquecer as capacidades iranianas. Analistas avaliam que as bombardagens recentes buscam pressionar(instr) o IRGC de forma diferenciada, com foco em infraestrutura de comando e controle.

Desdobramentos e próximos passos

Especialistas destacam que o esforço de inteligência terrestre, utilizando informantes, busca ampliar a precisão dos ataques. Não houve anúncio de mudanças formais na estratégia pública de Israel até o momento.

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