- O cargueiro russo Arctic Metagaz, com gás natural liquefeito, está à deriva no Mediterrâneo entre Itália e Malta, a cerca de 30 milhas náuticas de Linosa.
- O ataque, segundo a Rússia, teria sido de drones navais ucranianos lançados a partir da costa líbia; Kiev não reivindicou a responsabilidade.
- Os trinta passageiros foram evacuados; o casco apresenta furo visível do lado de bombordo, e a embarcação permanece flutuando.
- Autoridades italianas afirmam que a situação está sob controle, com a embarcação sob escolta de rebocador e de um navio de resposta ambiental; não deve atracar em portos italianos.
- Ainda não está claro quanto gás e combustível permanecem a bordo; a gestão da embarcação, ligada à SMP Techmanagement, pode contratar empresa para rebocar a salvo.
- Malta informou que outras embarcações devem manter distância mínima de cinco milhas náuticas do navio; o governo maltês disse estar pronto para agir se necessário.
O navio-tanque russo Arctic Metagaz, que transporta gás natural liquefeito (LNG) a partir de Murmansk, segue à deriva no Mediterrâneo após um suposto ataque com drones, segundo autoridades italianas. Moscou atribuiu o incidente a drones de ataque ucranianos, que teriam sido lançados da costa da Líbia; Kiev não reivindicou a responsabilidade.
A embarcação permanece flutuando em águas internacionais entre a Itália e Malta, a cerca de 30 milhas náuticas da ilha Linosa, segundo a Marinha italiana. Dez tripulantes foram evacuados, e a situação é monitorada por autoridades italianas, com apoio de um rebocador e de uma unidade de resposta ambiental.
Situação do casco e operações de resposta
Fontes italianas indicam que ainda não se sabe exatamente quanto LNG e combustível permanecem a bordo. A manobra de retirada deve ser feita pela operadora russa SMP Techmanagement, com a contratação de uma empresa especializada. A Itália prefere que o navio não atraque em portos nacionais, classificando-o como potencial risco. O dano aparente atingiu acima da linha d’água, com uma avaria visível no lado portu, e o casco ainda se mantém.
A Capitânia Civil de Proteção Civil confirmou que o navio é monitorado e não se dirige a águas italianas. Em Malta, autoridades marítimas mantêm aviso de manter distância mínima de cinco milhas náuticas. O premiê de Malta, Robert Abela, disse que o governo está pronto para agir se necessário.
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