- O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã afirmou que os EUA teriam atacado uma instalação na ilha de Qeshm, ligada à dessalinização de água.
- Os ministros de finanças do G7 discutiram ampliar sanções contra o Irã em reunião de emergência.
- Nações Unidas afirmam que peacekeepers em Akobo, no Sul do Sudão, desobedeceram ordem de evacuação.
- Kim Yo Jong chamou de exercício de guerra provocativo os exercícios militares entre EUA e Coreia do Sul.
- José Antonio Kast foi inaugurado presidente do Chile.
O conflito envolvendo Irã e potências ocidentais continua dominando a agenda mundial, com desdobramentos em várias frentes. Entre eles, acusações sobre ataques a alvos iranianos, discussões de sanções e movimentações geopolíticas que afetam políticas energéticas e de segurança.
O chanceler iraniano afirmou, no fim de semana, que os Estados Unidos teriam atingido uma instalação na ilha de Qeshm. A finalidade do local, segundo o governo iraniano, seria de dessalinização de água, o que acendeu temores de impactos humanitários regionais. Autoridades ocidentais ainda não confirmaram a alegação.
Em paralelo, ministros de Finanças do G7 realizaram uma reunião emergencial para tratar de sanções e do panorama financeiro global. A discussão ocorreu em meio a volatilidade dos preços do petróleo, elevando preocupações sobre consequências econômicas para países importadores de energia.
Mudanças no front sul-sudanês e na região
Soldados de paz das Nações Unidas no Sudão do Sul desobedeceram ordem de evacuação de Akobo, cidade mantida pela oposição próxima à fronteira com a Etiópia. O motivo oficial da evacuação não foi divulgado de forma detalhada. O país enfrenta instabilidade desde o colapso de acordo de power-sharing no ano passado.
No âmbito norte-coreano, Kim Yo Jong chamou de provocação e exercício de guerra as manobras militares entre EUA e Coreia do Sul. A nota surge em meio a reportagens sobre o desenvolvimento de armas espaciais pela Coreia do Norte, citando vínculos com planos de defesa antimísseis estadunidenses.
Mudanças políticas na América Latina
Nesta semana, José Antonio Kast tomou posse como presidente do Chile, marcando a mais expressiva guinada política desde a transição democrática de 1990. A cerimônia de inauguração foi acompanhada por observadores internacionais, que destacaram o redesenho do espectro político no país.
Bangladesh solicitou aos Estados Unidos autorização para importar combustível diretamente. A proposta envolve diversificar fontes de energia diante de tensões geopolíticas regionais e oscilações no mercado global de petróleo.
Conflito no Golfo e posicionamentos estratégicos
O novo líder iraniano, Mojtaba Khamenei, afirmou em mensagem pública manter o Estreito de Hormuz fechado como ferramenta de pressão. O estreito é uma rota crítica para o suprimento global de petróleo, com participação de cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo em média.
No front ucraniano, o presidente Volodymyr Zelenski afirmou esperar aprovação dos EUA para um acordo de produção de defesa, com foco em possíveis fornecimentos de drones. O pacto, ainda em discussão, evidencia tensões a respeito da continuidade do apoio ocidental à Ucrânia.
Esportes e mobilidade ambiental
Na esfera esportiva, o atleta Jacob Kiplimo estabeleceu o recorde mundial na corrida de meia maratona em Lisboa, com 57 minutos e 20 segundos. O velocista mira a participação no próximo evento de Londres, programado para abril.
Por fim, autoridades da Kenia prenderam um cidadão de origem chinesa ao retornar ao Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, sob suspeita de tentar contrabandear mais de 2.200 insetos vivos. A KWS informou que incidente mantém vínculos com uma rede de contrabando de formigas já identificada em outros países.
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