- Tom Fletcher, funcionário-geral da Organização das Nações Unidas para assuntos humanitários, pediu que cargas de ajuda passem com segurança pelo estreito de Hormuz.
- A solicitação ocorre enquanto o Irã ameaça fechar o estreito, rota crucial de comércio no Golfo.
- O conflito, que começou há duas semanas com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, já resultou na morte de autoridades de alto escalão, segundo a ONU.
- A situação já provocou uma quase paralisação do tráfego no estreito, tornando mais difícil e caro o envio de alimentos e remédios.
- Fletcher afirmou que está conversando com as partes envolvidas para que as cargas humanitárias continuem passando sem obstruções pelo estreito.
Acesso humanitário no Estreito de Hormuz é urgente, diz oficial da ONU. Em Washington, o chefe adjunto de assuntos humanitários da ONU afirmou que a passagem segura de ajuda é essencial diante da ofensiva entre EUA, Israel e Irã.
Tom Fletcher, secretário-geral adjunto da ONU para assuntos humanitários, ressaltou que, com rotas fechadas, o custo para o envio de alimentos e medicamentos sobe e prejudica os mais vulneráveis. O apelo foi feito em meio ao conflito em curso.
A tensão aumentou após ataques iniciais do bloco liderado pelos EUA e Israel contra o Irã, no fim de fevereiro. Em resposta, Teerã lançou ações no Golfo e posicionou minas na região.
Segundo a ONU, o estrito estreito tem visto redução no tráfego marítimo, o que dificulta a entrega de suprimentos críticos e eleva os custos de operações humanitárias.
Desdobramentos do conflito
O conflito já acumulou mortes e danos civis, com escaladas que impactam várias áreas do Golfo. A situação tecnológica e logística no Estreito de Hormuz é citada como fator-chave para a continuidade de apoio humanitário.
Fletcher afirmou que mantém contatos diretos com as principais partes envolvidas para assegurar que os fornecimentos humanitários prossigam sem obstruções. A coordenação busca evitar interrupções adicionais na região.
As autoridades da ONU ressaltaram a necessidade de salvaguardar rotas de ajuda, independentemente do estágio do confronto, para evitar agravamento de crises causadas pela proximidade da guerra.
Entre na conversa da comunidade