- A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá foi atingida por mísseis na madrugada de sábado; não há confirmação de danos, apenas fumaça no local.
- Horas antes, o presidente Donald Trump anunciou o bombardeio de alvos militares na ilha de Jarg, principal terminal petrolífero do Irã.
- Trump afirmou que navios da Marinha começarão a escoltar embarcações pelo estreito de Ormuz.
- Jarg é a principal rota de exportação de petróleo do Irã, respondendo a medidas de Teerã para bloquear o estreito; os projéteis teriam evitado instalações petrolíferas.
- O ataque é apresentado como parte da escalada entre Estados Unidos, Israel e Irã, ampliando a ofensiva na região.
A madrugada desta sexta-feira foi marcada por ataques aéreos e explosões que envolvem Estados Unidos, Israel e Irã. O governo americano informou ter bombardeado a ilha de Jarg, principal terminal petrolífero do Irã, em resposta a medidas de Teerã para restringir o estreito de Ormuz. O objetivo declarado foi econômico e estratégico, evitando danos diretos a instalações petrolíferas. Em Bagdá, a embaixada dos EUA foi atacada por missiles, com uma coluna de fumaça visível e sem relatos de feridos até o momento, segundo a Reuters.
O ataque a Jarg ocorre em um contexto de escalada da tensão entre os dois países e seus aliados. Autoridades americanas afirmaram que a ofensiva atingiu alvos militares, não meramente instalações estratégicas, buscando pressionar o Irã sem interromper diretamente a produção de petróleo. O Pentágono indicou que navios da marinha devem iniciar a escolta de embarcações no estreito de Ormuz em breve. Não houve confirmação de danos civis ou de perdas graves.
Separadamente, a região europeia também registrou incidentes relacionados a tensões com comunidades locais. Em Amsterdã, uma explosão causou danos em uma escola judaica no sul da cidade, sem feridos, aumentando a preocupação com o antissemitismo. Em Rotterdam, ocorreu um incêndio em uma sinagoga, levando a reforços de segurança em prédios judaicos. A cidade de Amsterdã informou que se trata de ataques deliberados contra a comunidade judaica. Moscou e outras capitais acompanham os desdobramentos com cautela.
No âmbito iraniano, permanece sem localização confiável Mojtaba Jameneí, filho do falecido líder supremo Ali Jameneí, após o bombardeio do dia anterior que deixou várias mortes entre autoridades do regime. A imprensa estatal atribuiu a ele mensagens divulgadas sem gravação de áudio ou vídeo, apresentadas como pronunciamentos oficiais em meio à crise. O complexo residencial próximo ao antigo líder ficou parcialmente destruído.
As negociações internacionais e as avaliações de risco energético seguem em curso. O Irã exporta grande parte de seu petróleo pela região atingida, o que impacta o abastecimento global. Autoridades dos EUA destacam que pretendem manter a pressão até que haja mudança nas políticas iranianas sobre o Ormuz. Fontes oficiais reiteram que a ofensiva busca resultados estratégicos, sem detalhar cronogramas ou próximos passos.
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