- Estados Unidos receberão cerca de US$ 10 bilhões como taxa paga por investidores no acordo de venda das operações do TikTok nos EUA.
- O controle do TikTok americano será transferido para um consórcio formado por investidores fora da China, com participação de Oracle e Silver Lake.
- A exigência de venda ou encerramento veio de uma lei federal aprovada para alienar operações americanas do aplicativo ou encerrá-lo no país no início do segundo mandato de Donald Trump; a Casa Branca participou das negociações.
- A estrutura resultante será a TikTok USDS Joint Venture LLC, que ficará responsável pela moderação de conteúdo e pela proteção de dados dos usuários americanos.
- O modelo de governança prevê um conselho de sete membros, com maioria dos Estados Unidos; Shou Chew continuará na gestão global e terá cadeira no conselho, enquanto Adam Presser assume como CEO da operação nos EUA.
Os Estados Unidos devem receber cerca de US$ 10 bilhões como taxa de investidores no acordo para venda das operações do TikTok no país. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal, nesta sexta-feira.
O acordo transfere o controle do TikTok nos EUA para um consórcio de investidores fora da China, incluindo Oracle e Silver Lake. A negociação ocorre após uma lei federal exigir a alienação ou o fechamento da plataforma norte-americana.
A medida fez parte de uma estratégia para manter a operação do TikTok no território, com a Casa Branca participando das tratativas do acordo, sob a expectativa de supervisão local.
A estrutura resultante será a TikTok USDS Joint Venture LLC, responsável pela moderação de conteúdo e proteção de dados de usuários dos EUA. O objetivo é manter a plataforma funcional no país.
Segundo apurações, o modelo de governança prevê um conselho de sete membros, com maioria de representantes norte-americanos. A configuração busca supervisão local das atividades.
Shou Chew, atual CEO global do TikTok, manterá a liderança da empresa-mãe e terá cadeira no conselho da nova companhia. Adam Presser será CEO da operação americana.
A operação nos EUA passa a ser gerida pela nova entidade, com foco na conformidade regulatória e na proteção de dados de usuários norte-americanos, conforme as tratativas.
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