- Um hacker estrangeiro entrou acidentalmente no arquivo Epstein da FBI, contendo e-mails, imagens e documentos ligados ao caso do sex offender Jeffrey Epstein, após falhas de segurança no laboratório de exploração de crimes contra crianças; o FBI classificou o incidente como isolado.
- O aplicativo Quittr, que prometia ajudar homens a parar de assistir pornografia, armazenava dados detalhados de uso de centenas de milhares de usuários, incluindo cerca de 100 mil menores; os dados ficaram expostos online mesmo após aviso de pesquisador de segurança.
- Um britânico de 60 anos foi autuado em Dubai por filmar um ataque com mísseis iranianos; ele responde a 21 pessoas por publicar ou compartilhar vídeos ligados aos ataques sob leis de cybercrime dos Emirados Árabes, segundo a organização Detained in Dubai.
- Hackers russos estariam lançando uma campanha global para acessar contas do Signal e do WhatsApp de pessoas de interesse para o governo russo, utilizando técnicas como clonagem de suporte ao cliente e códigos de verificação, além de envio de códigos via código QR para vincular contas a dispositivos dos invasores.
A hacker estrangeiro acessou acidentalmente os arquivos da FBI relacionados a Jeffrey Epstein, em um servidor exposto. O incidente envolveu e-mails, imagens e outros documentos vinculados ao caso do criminoso condenado, conforme apuração da Reuters.
A invasão ocorreu no laboratório forense de exploração de abuso infantil da FBI, segundo a Reuters. O caso foi considerado isolado pela agência, que não confirmou se houve roubo ou alteração dos dados. Uma reunião por videochamada com o hacker foi realizada para esclarecer a situação, com apresentação de credenciais da FBI.
A identificação das consequências ainda não é clara. Autoridades afirmaram que a intrusão foi ocasionada por falhas de segurança que levaram ao acesso não autorizado, e que a investigação interna está em curso.
Episódio de privacidade em aplicativo de mods de comportamento sexual
Um aplicativo prometido para ajudar homens a reduzir a pornografia acabou expondo registros detalhados de masturbação de centenas de milhares de usuários. Entre eles, cerca de 100 mil seriam menores de idade, segundo a 404 Media. Dados incluíam idade, frequência e descrições de hábitos.
O problema veio à tona após um pesquisador de segurança relatar a falha em setembro do ano passado; o aplicativo prometia correção “na próxima hora”, mas o problema permaneceu por meses. A empresa não confirmou o atraso na correção de imediato.
Relatos de mídias e um perfil em revista mostraram os criadores do app em meio a um estilo de vida luxuoso, em meio a cobertura sobre a ferramenta e seus usos.
Britânico detido em Dubai por filmar ataque iraniano
Um homem britânico de 60 anos foi detido e indiciado pela polícia de Dubai por filmar um ataque com míssil iraniano com o celular. Ele é um dos 21 indivíduos acusados de publicar ou compartilhar vídeos sobre ataques, sob leis de crime cibernético dos Emirados Árabes Unidos.
A polícia local informou que publicar vídeos que perturbem a segurança pública é proibido. Organizações como a Detained in Dubai destacaram que o caso pode refletir medidas para manter a imagem de segurança para turistas em meio a tensões regionais.
Hackers russos miram contas do Signal, alertam autoridades holandesas
Duas agências de inteligência holandesas emitiram aviso público sobre uma campanha cibernética russa visando contas de interesse governamental em aplicativos de mensagens. O objetivo inclui o Signal e, possivelmente, o WhatsApp.
O alerta descreve dois métodos de ataque: falso suporte ao cliente pedindo códigos de verificação e PIN, levando ao controle da conta; e uso de códigos QR para vincular contas a dispositivos do atacante. O Signal alertou que suporte nunca solicita códigos ou PIN via mensagens in-app.
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