- Hamas pede que o Irã não ataque países vizinhos, mas afirma o direito de se defender e estimular que Teerã responda dentro das normas internacionais.
- O grupo também pediu a todos os países da região e organizações internacionais para interromperem a guerra de imediato.
- Em Gaza, houve um cessar-fogo com Israel que entrou em vigor em outubro, porém há episódios regulares de violência desde então.
- Os ataques israelenses a Gaza diminuíram no início da guerra com o Irã, mas voltaram a aumentar posteriormente.
- A Hezbollah, aliada do Irã, abriu fogo contra Israel em 2 de março para vingar a morte do líder iraniano; Israel respondeu com ataques na região.
Hamas pediu ao Irã que não mire países vizinhos, mas manteve seu direito de se defender. Em comunicado, o grupo afirmou que o Irã tem o direito de responder a essa agressão por meios disponíveis, desde que seja conforme normas e leis internacionais, e pediu aos irmãos iranianos que não ataquem nações vizinhas. Ao mesmo tempo, o Hamas pediu que todos os países da região e organizações internacionais разговem imediatamente para detener a guerra.
A acompanhá-lo, o Hamas reiterou o apoio ao cessar-fogo em Gaza, que entrou em vigor em outubro, embora os confrontos tenham se intensificado desde então. Fontes citadas destacam que ataques israelenses em Gaza tiveram queda no início do conflito com o Irã, mas passaram a aumentar novamente.
Contexto regional
O conflito envolve também o Hezbollah, alinhado ao Irã, que abriu fogo contra Israel em 2 de março para vingar a morte do líder supremo iraniano no início do conflito. Israel tem respondido com ataques a Líbano e ataques contra o grupo.
Desdobramentos no Yémen
Além disso, os Houthis, também alinhados ao Irã, acompanham solidariamente Teerã e lançaram uma campanha marítima contra navios que consideram ligados a Israel durante a guerra em Gaza. Não houve ameaça de retomar ataques de forma explícita até o momento.
Relato de Jaidaa Taha, edição de Toby Chopra.
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