- A Guarda Revolucionária do Irã afirmou, neste domingo, que perseguirá sem descanso o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para acabar com sua vida.
- O comunicado afirmou que a ofensiva envolve a “perseguição sem descanso” e a eliminação do líder israelense caso ele permaneça vivo.
- A declaração coincidiu com a 52ª onda de ataques iranianos contra setores industriais em Israel e contra forças americanas no Oriente Médio.
- A Guarda não detalhou de qual país parte a nova ofensiva, apenas mencionou ataques contra alvos no Oriente Médio.
- Pela primeira vez, a Guarda informou o uso do míssil balístico de combustível sólido Sejil, com alcance de até dois mil quilômetros, em ataques a alvos militares em Israel.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste domingo que perseguirá sem descanso o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, com o objetivo de neutralizar sua vida. O comunicado, divulgado pelo Sepah News, acrescenta que o perseguição continuará e promete ações contundentes contra o chefe de governo israelense.
A mensagem foi divulgada em meio a uma nova ofensiva militar de Teerã, que a Guarda descreveu como a 52ª onda de ataques contra setores industriais de Israel e bases das forças americanas no Oriente Médio. Não houve indicação de país específico envolvido nesses alvos.
Segundo a Guarda, a ofensiva inclui o uso, pela primeira vez, do míssil balístico sólido Sejil, com alcance estimado em até 2 mil quilômetros, para atingir alvos militares em Israel. A agência Mehr confirmou o anúncio, destacando a capacidade de lançamentos rápidos a partir de plataformas móveis.
Contexto regional
- A escalada ocorre em um cenário de tensões históricas entre Irã e Israel, com trocas de ataques e retaliações ao longo de anos.
- Em respostas anteriores, Israel e os EUA promoveram ações contra autoridades iranianas de alto escalão e infraestrutura estratégica no Irã.
- O Sejil simboliza incremento tecnológico, segundo a leitura oficial iraniana, e amplia a margem de resposta de Teerã em conflitos regionais.
Instrumentos de combate
- A Guarda não detalhou as origens dos alvos, limitando-se a mencionar instalações industriais em Israel e bases americanas no Oriente Médio.
- O posicionamento estratégico envolve múltiplos fronts, incluindo pressões sobre vias marítimas e infraestrutura energética na região.
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