- O Papa Leão pediu cessar-fogo imediato na guerra que envolve o Irã, em expansão, durante o domingo.
- Ele lamentou a violência atrocíssima que, segundo ele, matou milhares de civis e obrigou muitos a deixarem suas casas.
- A guerra EUA-Israel contra o Irã entra na terceira semana, e o pontífice afirmou que a violência não trará justiça, estabilidade nem paz.
- A situação no Líbano, abalado pela guerra entre Israel e o Hezbollah, é motivo de grande preocupação.
- O Papa disse esperar caminhos de diálogo que ajudem as autoridades libanesas a encontrar soluções duradouras para o bem comum do povo libanês.
Papa Leo pediu neste domingo um cessar-fogo imediato na guerra que envolve Irã, em meio a violência que, segundo ele, ceifou milhares de vidas civis e provocou sofrimento na região. O apelo foi feito em momentos de escalada militar entre EUA, Israel e Irã, conforme relatos da imprensa internacional.
O Pontífice destacou que milhares de pessoas inocentes foram mortas e muitas tiveram de abandonar suas casas. Ele reiterou a proximidade com as famílias que perderam entes queridos nos ataques e pediu empenho internacional pela proteção de civis.
A situação no Líbano também foi mencionada pelo Papa, que expressou preocupação com o conflito entre Israel e o grupo Hezbollah, aliado do Irã. O líder religioso afirmou que caminhos de diálogo são necessários para apoiar as autoridades locais na busca de soluções duradouras para o país.
Para o Papa, o objetivo é favorecer o bem comum de todo o povo libanês e preservar a estabilidade regional, sem alimentar novas hostilidades. O apelo enfatizou a necessidade de negociações que possam reduzir a violência enquanto se busca uma resolução pacífica.
O Vaticano sinalizou que a posição de Papa é de neutralidade e apoio a iniciativas de paz, sem favorecimentos a qualquer parte. O apelo por cessar-fogo chega em meio a uma fase de intensificação dos conflitos na região e de pressões diplomáticas internacionais.
Segundo observadores, a resposta internacional a esse chamado pode influenciar futuras ações de mediadores na região. A divulgação do discurso ocorreu enquanto o conflito no Irã permanecia em foco na agenda global de segurança e do Conselho de Segurança da ONU.
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