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Reações ao pedido de Trump para assegurar o Estreito de Hormuz

Trump pede aliados para escoltar o estreito de Hormuz; Japão, Austrália, Coreia do Sul e Reino Unido ainda não confirmam envio, enquanto Irã amplia bloqueio

Tankers sail in the Gulf, near the Strait of Hormuz, as seen from northern Ras al-Khaimah, near the border with Oman’s Musandam governance, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in United Arab Emirates, March 11, 2026.
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a aliados que ajudem a garantir o Estreito de Ormuz; sete países já foram contatados, sem divulgação de nomes.
  • Trump mencionou, em postagens anteriores, que China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros poderiam participar.
  • O Estreito de Ormuz segue sob pressão iraniana, bloqueando parte do tráfego e interrompendo aproximadamente um quinto do abastecimento global de petróleo.
  • Japão afirmou que não planeja enviar navios de guerra para escolta na região e avalia ações dentro do marco legal.
  • Austrália não enviará navios; Coreia do Sul decidirá após revisão e o Reino Unido tem discutido com Trump a necessidade de reabrir o estreito.

Em relação ao pedido de apoio para o estreito de Hormuz, o presidente dos EUA, Donald Trump, solicitou a aliados que contribuam com a garantia da passagem marítima. A chamada ocorreu no final de semana, em meio aos ataques registradas pelas forças iranianas no corredor estratégico, que já está no seu terceiro mês de escalada no conflito com Israel e EUA. O governo norte‑americano informou ter contatado sete países, mas não revelou quais são.

Segundo Trump, outros países citados em mensagens anteriores incluíram China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido, entre outros, embora a lista não tenha sido confirmada publicamente pelos EUA. A intenção é manter livre o tráfego naval e evitar interrupções na oferta global de petróleo, dada a importância do estreito para o comércio mundial.

O estreito de Hormuz fica entre o Irã e Omã, é estreito e vital para o abastecimento de petróleo, respondendo por uma parcela significativa do fornecimento global. Autoridades iranianas reagiram com ataques, aumentando a tensão na região e a incerteza sobre a resposta internacional.

Japão

O primeiro-ministro japonês não confirmou planos para enviar navios de escolta ao Oriente Médio. Ao falar ao parlamento, Sanae Takaichi disse que não houve decisão nesse sentido e que o país avalia ações de forma autônoma e conforme o marco legal.

Austrália

Um ministro do governo afirmou que o país não enviará navios de guerra para auxiliar na reabertura do estreito. Catherine King ressaltou a importância da estratégia, mas disse que não houve pedido formal nem participação anunciada por parte de Canberra.

Coreia do Sul

A presidência sul‑coreana informou que o país manterá comunicação estreita com os EUA e tomará uma decisão após avaliação cuidadosa. O anúncio destacou a consulta com Washington antes de qualquer ação.

Reino Unido

Um porta-voz de Downing Street informou que o primeiro-ministro Keir Starmer discutiu com Trump a necessidade de reabrir o estreito para evitar interrupções no comércio global. Starmer também tratou do assunto com o premiê canadense em conversa prevista para segunda-feira.

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