- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em entrevista ao Financial Times que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se os aliados não ajudarem a abrir o estreito de Hormuz.
- Ele comentou que pode atrasar a cúpula com o presidente chinês, Xi Jinping, para pressionar Pequim a ajudar a desbloquear a via marítima crucial.
- Trump destacou que a China também deveria colaborar, já que obtém 90% de seu petróleo pelo estreito, e afirmou que quer saber a posição de Pequim antes da visita prevista.
- “Podemos atrasar”, disse ele sobre a viagem, indicando a possibilidade de postergar a viagem à China para o fim de março.
- Em Paris, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, encerraram o primeiro de dois dias de conversas sobre a trégua comercial, buscando abrir caminho para o encontro com Xi no fim de março.
Trump alerta que o futuro da OTAN pode ser muito ruim caso os aliados não ajudarem os EUA a abrir o Estreito de Hormuz, segundo entrevista publicada pelo Financial Times.
O presidente dos EUA disse ao FT que também pode adiar a cúpula com o presidente chinês Xi Jinping, caso Pequim não contribua para desbloquear a via marítima crucial. A conversa ocorreu antes do encontro com Xi no fim do mês.
Trump afirmou que países que se beneficiam da circulação de navios no Estreito devem ajudar a garanti-lo, argumentando que o estreito sustenta o abastecimento de energia na região.
Novos desdobramentos diplomáticos
Na mesma linha, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng encerraram a primeira de duas jornadas de conversas em Paris, para avançar a trégua comercial e pavimentar a visita de Trump a Pequim.
As discussões em Paris visam reduzir atritos e criar um caminho para uma reunião entre Trump e Xi no fim de março, segundo autoridades próximas às negociações.
O governo dos EUA não respondeu de imediato ao pedido de comentário da Reuters. As informações foram apuradas por meio de fontes próximas às conversas.
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