- Ações globais sobem levemente enquanto leitores monitoram sinais de reabertura do Estreito de Ormuz e decisões de juros de bancos centrais na semana.
- O S&P 500 avançou 0,5% e o Stoxx 600 subiu 0,1%; o dólar recuou.
- Brent chegou a US$ 106,50 por barril após ataques a Kharg, mas recuou para US$ 105,89.
- Yields dos Treasuries de 10 anos caíram para 4,26%; o ouro fica próximo de US$ 5.000 por onça e a prata cai.
- O presidente Donald Trump pediu apoio de aliados para manter Ormuz aberto, com possibilidade de anunciar coalizão para escoltar navios ainda nesta semana; o mercado permanece cauteloso.
Global stocks operam em leve alta nesta segunda-feira, com traders de olho na possível reabertura do Estreito de Ormuz e nas decisões de juros de grandes bancos centrais nesta semana. O ambiente é de cautela e volatilidade.
O Dow Jones, S&P 500 e Stoxx 600 registraram ganhos modestos, enquanto o petróleo subiu após ataques a alvos no Irã e avanços diplomáticos ainda incertos. O Brent oscilou perto de 106 dólares por barril, elevando careful rendimentos dos Treasuries.
Apostadores aguardam sinais de que Ormuz pode reabrir, avaliando impactos na oferta global. O ouro permaneceu próximo de 5 mil dólares a onça; a prata caiu pelo quarto dia consecutivo. O dólar recuou ante demais moedas.
Desdobramentos de Ormuz e mercados
Trump pressionou pela participação de aliados para manter o estreito aberto, sem detalhar compromissos. O Zelador de cada país deveria contribuir com navios de guerra, segundo o presidente, citando China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido.
Especialistas ressaltam que a percepção de oferta pode manter a volatilidade, mesmo com qualquer sinal de reabertura. Analistas destacam a sensibilidade a notícias de confrontos e negociações diplomáticas na região.
O Tesouro dos EUA viu os rendimentos do título de 10 anos recuarem para 4,26%, em busca de estabilidade. O mercado também monitora desdobramentos na zona do euro e no Japão, com decisões de política monetária esperadas na semana.
Outros destaques
A SBV Bloomberg aponta impactos da crise sobre economias do Golfo, com possível queda do PIB do Catar e Kuwait, caso a interrupção se prolongue. Tensões no Oriente Médio podem influenciar inflação e crescimento global.
Biotech com apoio da Baidu busca IPO em Hong Kong, segundo fontes, trabalhando com CICC, Morgan Stanley e UBS. A operação ocorre em meio a movimentos de investimentos em IA aplicada às ciências da vida.
A Venezuela, meses após a saída de Maduro, registra queda de 21% na produção de petróleo, dólar escasso e inflação elevada, refletindo efeitos de políticas e conflitos regionais. Fonte: Bloomberg News.
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