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China em contato com EUA sobre cúpula; sanções de Rubio podem não valer

China está em contato com os EUA sobre a cúpula com Trump; sanções contra Rubio podem não se aplicar, afirma Beijing

Chinese Foreign Ministry spokesperson Lin Jian gestures during a press conference in Beijing
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  • A China afirmou estar em comunicação com os EUA sobre a viagem de Donald Trump à China para a cúpula com o presidente Xi Jinping, marcada entre 31 de março e 2 de abril.
  • Trump afirmou, em entrevista ao Financial Times, que pode atrasar a viagem caso países que dependem do estreito de Hormuz não contribuam para a segurança da região.
  • Beijing disse que há diálogo com Washington sobre a reunião e que as partes devem tratar o tema de forma diplomática.
  • As sanções impostas ao senador Marco Rubio em 2020 podem não atrapalhar sua entrada na China, de acordo com a China, que disse que as medidas visaram palavras e ações dele no Senado.
  • Autoridades dos dois países se reúnem em Paris nesta semana para discutir áreas como agricultura, minerais críticos e comércio gerido, com perspectiva de trazer propostas para a cúpula em Beijing.

A China informou nesta segunda-feira que está em contato com os EUA sobre a visita do ex-presidente Donald Trump. A comunicação ocorre após Trump dizer que pode atrasar a viagem e pediu que os países que navegam pelo Estreito de Hormuz contribuam para sua securitização.

Trump afirmou que a China, que obtém cerca de 90% de seu petróleo pelo estreito, precisa esclarecer a posição de Pequim antes do encontro previsto com o presidente Xi Jinping, marcado para Beijing entre 31 de março e 2 de abril.

Beijing também sinalizou que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, poderia entrar no país mesmo com sanções impostas a ele em 2020 por falas sobre Hong Kong e Xinjiang. Lin Jian, porta-voz do ministry, explicou que as sanções se referem a palavras e ações no passado, não à entrada no país.

Paralelamente, autoridades chinesas e norte-americanas devem se reunir em Paris nesta semana para discutir temas como agricultura, minerais críticos e comércio gerenciado, em preparação para a cúpula de Beijing.

A mediação diplomática ocorre enquanto Washington já indicou que a viagem de Trump a Beijing pode abrir espaço para avanços na relação bilateral, com foco na relação estratégica entre as duas potências.

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