- Explosão atingiu um prédio de escritório em Amsterdã e foi reivindicada pelo mesmo grupo que reivindicou uma explosão recente em uma escola judaica na região.
- Não ficou claro se o edifício tem ligação com a comunidade judaica local; as autoridades investigam a possível conexão entre os incidentes.
- O estouro gerou um pequeno incêndio, rapidamente controlado por seguranças; danos foram considerados menores.
- O grupo também reivindicou ataques anteriores a sinagogas em Roterdã e Liege, Bélgica, elevando as medidas de segurança em locais judeus na cidade.
- O ministro da Justiça afirmou que não se pode excluir uma ligação entre as explosões, enquanto o prefeito e o primeiro-ministro condenaram o ataque.
O police de Amsterdã investiga uma explosão que atingiu um prédio comercial na cidade. A ação foi reivindicada pela mesma organização extremista que também afirmou a responsabilidade pelo ataque a uma escola judaica na região. A polícia ainda não confirmou uma ligação entre os dois incidentes.
A explosão gerou um incêndio de pequeno porte, rapidamente apagado por seguranças. O prédio é gerido pela Sienna Investment Managers, que não respondeu a pedidos de comentário. A polícia analisa evidências para avaliar se há relação com o ataque anterior.
O ataque à escola judaica ocorreu no sábado, causando danos menores. A prefeitura de Amsterdã, representada pela prefeita Femke Halsema, e o primeiro-ministro Rob Jetten condenaram o ato. As investigações seguem em curso para apurar motivações.
Desdobramentos e histórico da organização
A mesma group reivindicou ataques anteriores a sinagogas em Roterdã e na cidade belga de Liège. Tais ações ajudaram a elevar a vigilância em locais judaicos na região. Autoridades incluem que não se pode descartar laços entre os ataques.
O ministro da Justiça, David van Weel, afirmou que não se pode excluir uma conexão entre explosões em Amsterdã e Roterdã, sem confirmar a veracidade das reivindicações divulgadas pela organização nas redes. A investigação continua.
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