- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, destacaram a importância da liberdade de navegação no Estreito de Hormuz para a segurança e a economia global.
- Rubio pediu cooperação internacional para assegurar a passagem segura pela via e estabilizar a economia mundial e os preços do petróleo.
- Seul disse que considerará o chamado de Donald Trump para que países, incluindo Coreia do Sul, Japão e China, enviem navios de guerra para o Oriente Médio formar uma coalizão.
- Japão e Austrália afirmaram que não pretendem enviar navios para escoltar embarcações no Estreito de Hormuz.
- O estreito tem ficado praticamente fechado para grande parte do tráfego de tanker desde os ataques de 28 de fevereiro, que iniciaram uma campanha de bombardeios na região.
O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, destacaram, em conversa por telefone, a importância da cooperação internacional para garantir a segurança no Estreito de Hormuz. A segurança da passagem marítima tem efeito direto na economia global e nos preços do petróleo, segundo Seul.
A Coreia do Sul disse que está considerando o chamado do presidente dos EUA para que países como Coreia do Sul, Japão e China enviem navios de guerra ao Oriente Médio para formar uma coalizão de proteção da via. A posição sul-coreana aponta para consultas próximas entre aliados.
Cho afirmou que a liberdade de navegação no estreito é essencial para a segurança e as economias de diversas nações, incluindo a Coreia do Sul. O chanceler sul-coreano propôs manter contato próximo entre os aliados para alinhamento de estratégias.
Avanços diplomáticos e posições regionais
Japão e Austrália disseram não planejar enviar navios ao Oriente Médio para escolta de navios na região. O tema ganhou relevância após ações militares recentes que interromperam grande parte do tráfego de petroleiros no Estreito de Hormuz.
O Estreito de Hormuz tem estado praticamente fechado para grande parte do tráfego de afretamento global desde ataques a Iran ocorridos em fevereiro, que deram início a uma ampliação de operações ofensivas na região.
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