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Ataques israelenses no Líbano podem configurar crimes de guerra, diz ONU

ONU diz que ataques israelenses a edifícios residenciais, tendas e centro de saúde no Líbano podem configurar crimes de guerra; milhares deslocados e apelo por investigação

Aftermath of Israli strike on a healthcare center in Borj Qalaouiya, southern Lebanon
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  • A toques israelenses em Lebanon podem configurar crimes de guerra, segundo o Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas, por ataques a casas, pessoas deslocadas e profissionais de saúde.
  • Ataques miraram edifícios residenciais em áreas densas, deslocados em abrigos improvisados e um centro de saúde, suscitando preocupação sobre violações do direito internacional.
  • Em resposta, o Exército de Israel não comentou de imediato sobre as alegações da ONU.
  • A ONU pediu investigação sobre ataques a tendas de deslocados em Beirute e a um centro de saúde em Bint Jbeil, destacando que atacar civis é proibido pelo direito humanitário.
  • O número de deslocados cresce e a entrega de ajuda enfrenta cortes de financiamento e dificuldades logísticas, com voos de ajuda limitados devido a restrições aéreas.

Israeli airstrikes sobre Lebanon elevam o foco em violações do direito internacional, segundo o Alto Comitê de Direitos Humanos da ONU. As ações atingiram edifícios residenciais, campos de deslocados e instalações de saúde; o organismo cita possível crime de guerra. O anúncio foi feito nesta terça, em Genebra.

O escritório da ONU destacou que ataques a áreas densamente povoadas, com famílias inteiras, podem configurar crimes contra civis, se comprovados intencionais. O porta-voz Thameen Al-Kheetan comentou sobre o padrão de destruição de estruturas habitadas.

A organização afirmou ainda que houve ataques a abrigos de deslocados em tendas à beira de Beirute e a um centro de saúde em Bint Jbeil, no sul do Líbano. A cobrança é por abertura de apuração independente sobre os incidentes.

A reação do lado israelense não veio imediatamente. O Ministério da Defesa de Israel alegou que as ações visam infraestrutura do Hezbollah e que a operação terrestre busca proteção norte do país frente a ataques nesta região.

Deslocamentos aumentam rapidamente no Líbano, com cerca de 20% da população já registrada como refugiada. A ONU aponta que a ampliação de ordens de evacuação entre Litani e rios Zahorani pode configurar deslocamento forçado, proibido pelo direito internacional humanitário.

O coordenador humanitário da ONU no país, Imran Riza, ressaltou que civis pagam um preço alto pela escalada. Ele informou que centenas de milhares deixaram as casas, muitas com pouco ou nada, apenas com as roupas do corpo.

A entrega de ajuda enfrenta entraves, agravados por cortes de financiamento e interrupção de cadeias de suprimento. Riza explicou que o corredor de ajuda aéreo usado por países do Golfo está parcialmente indisponível devido a restrições de espaço aéreo na região.

Volume de impactos e próximos passos

A ONU também enfatiza a necessidade de investigação independente sobre os ataques a civis e a infraestrutura civil. O objetivo é esclarecer responsabilidades e evitar violações graves do direito humanitário.

O documento ressalta ainda que ataques deliberados contra pessoas deslocadas ou serviços médicos podem ter consequências legais graves para os responsáveis, conforme normas internacionais. A verificação de fatos segue em curso.

Paralelamente, autoridades locais registram danos a residências e instituições de saúde, com impactos contínuos na população civil e nos serviços básicos. Novos relatos sobre evacuações devem emergir à medida que a situação evolui.

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