- O diretor do National Counterterrorism Center, Joseph Kent, renunciou nesta terça-feira, tornando-se o cargo mais alto da administração de Donald Trump a deixar o posto por conta da guerra no Irã.
- Kent disse, em carta publicada no X, que o Irã não representava ameaça iminente e que a guerra foi iniciada devido à pressão de Israel e de seu lobby.
- Autoridades de inteligência foram pegas de surpresa com a notícia; o governo não respondeu a pedidos de comentário, e o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional também não comentou.
- A notícia surpreendeu especialistas de inteligência, que discutem os critérios legais para uma guerra sem ameaça imediata.
- Kent é próximo da Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que tem se mantido discretamente pública desde o início do conflito com o Irã.
O diretor do National Counterterrorism Center (NCTC) pediu demissão nesta terça-feira, tornando-se o mais alto funcionário da administração de Donald Trump a deixar o cargo por causa da guerra no Irã. Em carta ao presidente, ele alegou que Teerã não representava ameaça iminente aos EUA e que a guerra foi iniciada sob pressão de Israel e de seus grupos de lobby.
Kent afirmou que não pode, com consciência, apoiar a continuidade do conflito. A nota foi publicada por meio de X (antiga rede social). O texto também apontou que o Irã não oferecia risco imediato ao território americano.
Fontes oficiais não responderam imediatamente a pedidos de comentário. O Escritório do Diretor de Inteligência Nacional também não se pronunciou na hora.
Kent tem proximidade com a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que tem mantido perfil baixo desde o início do conflito. Gabbard apareceu publicamente apenas durante a cerimônia de trasladação de soldados americanos mortos recentemente.
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