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Israel diz ter matado Ali Larijani, figura-chave do regime iraniano

Israel afirma ter matado Ali Larijaní, figura-chave do regime iraniano, em ataque que eleva tensões e pode ampliar a escalada na região

El líder del Consejo Supremo de Seguridad Nacional iraní, Ali Larijaní, el viernes en Teherán.
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  • Israel afirma ter matado Ali Larijaní, secretário do Conselho Superior de Segurança Nacional, sendo a figura mais destacada do regime iraniano desde o magnicídio do líder supremo Ali Jameneí.
  • Teerã não confirma o estado dele e mantém silêncio; a agência Tasnim divulgou uma suposta nota manuscrita de Larijaní, cuja autenticidade não está comprovada.
  • O país também diz ter eliminado Gholamreza Soleimani, chefe da força paramilitar Basij.
  • O primeiro-ministro israelense, Benjamín Netanyahu, afirmou que o regime iraniano está sendo enfraquecido, e o Irã respondeu com postura firme, sob comando do novo líder supremo Mojtaba Jameneí, que pediu vingança.
  • O conflito ocorre em meio a intensos bombardeios e ataques cruzados; Teerã planeja homenagens aos 84 marinheiros mortos em um ataque anterior, com ataúdes em 34 praças de Teerã e mais 20 desaparecidos.

Israel afirmou ter matado Ali Larijaní, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, em um ataque considerado o mais relevante desde o assassinato do líder supremo Ali Jameneí. A notícia foi divulgada nesta terça-feira pelas autoridades de Israel.

Larijaní não teve confirmação oficial imediata do Irã sobre seu estado de saúde ou de falecimento. A agência Tasnim publicou uma nota manuscrita atribuída a ele, aparentemente em homenagem aos 84 marinhos mortos no afundamento de uma fragata dos EUA, o que pode indicar tentativa de desmentir a morte.

O episódio ocorreu após duas semanas de tensão, com bombardeios israelenses contra alvos no Irã. O ataque também atingiu o chefe da Brigada Basij, Gholamreza Soleimani, segundo informações de Israel.

Larijaní foi visto publicamente pela última vez na sexta-feira, durante as marchas do Dia de Jerusalém. Nesta segunda, o político criticou países muçulmanos por não se alinharem à reação contra EUA e Israel, destacando a unidade da umma.

As autoridades iranianas ainda não divulgaram balanço de vítimas do ataque. Fotografias de locais bombardeados indicam destruição ampla, enquanto Teerã endurece sua ofensiva no Golfo e registra ataques aéreos e ataques de resposta.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as operações visam debilitar o regime iraniano, com foco em desativar capacidades de mísseis e infraestrutura estratégica. O governo israelense também divulgou imagens de Netanyahu ordenando operações contra lideranças iranianas.

Pelo lado iraniano, Mojtaba Jameneí, novo líder supremo, rejeitou propostas de alto fogo apresentadas por intermediários. Em reunião de política externa, foi defendida uma resposta firme para vingar o que chamou de agressão dos EUA e de Israel.

O presidente iraniano Masud Pezeshkian chamou a população a comparecer aos funerais dos 84 marinhos iranianos. A cerimônia deve ocorrer em 34 praças de Teerã, com ataúdes expostos para homenagem pública. Há ainda 20 desaparecidos no navio atacado no Índico.

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