- As Nações Unidas disseram que mais de 36.000 palestinos foram deslocados à força na Cisjordânia ao longo de pouco mais de um ano, por expansão de assentamentos israelenses e violência relacionada, até 31 de outubro de 2025.
- O relatório aponta aceleração da anexação de grandes áreas da Cisjordânia, incluindo Jerusalém oriental, com base em monitoramento da ONU, fontes governamentais e ONGs.
- A Cisjordânia abriga cerca de 2,7 milhões de palestinos; mais de meio milhão de israelenses vivem na região, cujos planos de estado para um futuro palestino costumam ser citados no conflito.
- A violência de colonos contra palestinos aumentou desde o início da guerra em Gaza, com 1.732 incidentes relatados no período, frente a 1.400 no relatório anterior.
- O documento sugere uma política de deslocamento forçado em massa, com menção a possíveis casos de “limpeza étnica”; Israel afirma que o relatório perdeu credibilidade.
More de 36 mil palestinos na Cisjordânia foram deslocados à força em mais de um ano por expansão de assentamentos israelenses e pela violência associada, segundo informou a ONU. O dado cobre 12 meses até 31 de outubro de 2025.
A ONU destaca que Israel acelerou a anexação de grandes áreas da Cisjordânia, incluindo Jerusalém oriental. A conclusão é baseada em monitoramento da própria agência, fontes governamentais e organizações não governamentais.
A missão permanente de Israel em Genebra disse que está preparando uma resposta ao relatório e já havia contestado informes anteriores da ONU sobre ações israelenses.
A Cisjordânia abriga cerca de 2,7 milhões de palestinos e é central para a visão de um futuro estado palestino separado de Israel. Ao mesmo tempo, mais de meio milhão de israelenses vivem na região.
Segundo o relatório, a violência de colonos contra palestinos na Cisjordânia aumentou desde o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023. Attacks totalizaram 1.732 incidentes, frente a 1.400 no período anterior.
A violência de colonos continua em padrão descrito como coordenado, estratégico e em grande parte não contestado, com autoridades israelenses muitas vezes permitindo ou participando dos ataques.
O documento sugere que o deslocamento em larga escala coincide com deslocamentos extensos em Gaza, indicando uma política de transferência forçada. Em voz de certos analistas, o regime poderia equivaler a etnic cleansing.
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