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Porta-aviões dos EUA Ford vai ao porto temporariamente após incêndio

Ford atracará temporariamente em Souda Bay, Creta, após incêndio a bordo; cerca de 200 tripulantes receberam atendimento e 100 cabines ficaram afetadas

USS Gerald R. Ford arrives in St. Thomas, U.S. Virgin Islands
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  • O porta-aviões norte‑americano Gerald R. Ford sofreu um incêndio a bordo e deve atracar temporariamente no porto, após estar em operações contra o Irã.
  • A embarcação está no Mar Vermelho e deve aportar temporariamente em Souda Bay, na ilha grega de Creta.
  • O fogo afetou cerca de 100 beliches e levou horas para ser controlado; quase 200 marinos foram atendidos por fumaça.
  • Um membro da marinha foi transferido do navio por ferimentos; a tripulação soma mais de 5 mil profissionais a bordo.
  • A deslocação dura nove meses; Washington já realizou ações contra o Irã em mais de 7.000 alvos desde 28 de fevereiro.

O porta-aviões americano Gerald R. Ford, em operações contra o Irã, deverá atracar temporariamente em portos estrangeiros após um incêndio a bordo. A informação foi confirmada por autoridades dos EUA nesta terça-feira, 18 dias após o início da campanha de guerra contra Teerã. O navio está no Mar Vermelho.

A embarcação deve se dirigir temporariamente ao porto de Souda Bay, na ilha grega de Creta, segundo as autoridades. O tempo de permanência em Creta não foi informado, nem a extensão exata dos reparos necessários.

Sobre os impactos, quase 200 tripulantes receberam atendimento por inalação de fumaça, e o fogo afetou cerca de 100 camas de dormição. Um combatente aéreo foi transferido para atendimento médico fora do navio. O Ford opera com mais de 5 mil marinheiros e mais de 75 aeronaves.

Situação no navio e desdobramentos

O incidente ocorreu na área da lavanderia principal, segundo relatos. Inicialmente, o Pentágono afirmou que não houve danos à planta de propulsão e que o porta-aviões seguia operando plenamente. As autoridades não detalharam o tempo de reparos ou a duração da temporada de missões.

O Ford já participou de operações no Caribe, incluindo ações contra a Venezuela, antes de chegar ao Oriente Médio. A frota de apoio contempla cruzadores e destróviewers de distintas classes, com capacidades de defesa aérea, superfície e anti-submarino.

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