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Cardeal do Vaticano pede que Trump e Israel encerrem a guerra o quanto antes

Cardeal Pietro Parolin pede fim da guerra o mais rápido possível e que Israel cesse ataques ao Líbano, em apelo direto a Trump no parlamento italiano

A destroyed vehicle amid rubble at the site of a strike on a residential building, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in Tehran, Iran, March 16, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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  • O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para encerrar a guerra no Irã o mais rápido possível.
  • Parolin também sugeriu que Israel pare com os ataques contra o Líbano.
  • Ele fez o apelo direto durante evento na Câmara dos Deputados da Itália.
  • O Vaticano costuma agir nos bastidores e não costuma fazer apelos diretos a líderes estrangeiros.
  • O papa, por meio de Parolin, tem intensificado os chamados pelo fim da guerra no Irã nos últimos dias.

O cardeal Pietro Parolin, o maior diplomata do Vaticano, pediu que o presidente dos EUA, Donald Trump, encerre a guerra envolvendo o Irã o quanto antes. Ele also sugeriu que Israel should interrompa ataques contra o Líbano. A declaração foi feita durante evento no parlamento italiano, nesta quarta-feira.

Parolin, secretário de Estado da Santa Sé desde 2013, foi direto ao ponto ao pedir que a crise seja resolvida por meio de diplomacy e diálogo, sem novas ofensivas. O apelo inclui ainda a necessidade de não envolver o Líbano na escalada do conflito.

O Vaticano não costuma fazer apelos públicos diretos a chefes de Estado estrangeiros, preferindo atuar nos bastidores. O cardeal é conhecido por adotar um tom contido, mesmo ao tratar de temas sensíveis.

Leo, o Papa, tem ganhado destaque ao pedir maior atenção aos sofrimentos causados pela guerra nos últimos dias. Na segunda-feira, ele incentivou a imprensa a denunciar o custo humano do conflito, sem glamourizar a violência.

Parolin reiterou a preocupação com a continuidade da escalada e conclamou Trump e outros líderes mundiais a buscar soluções pacíficas por meio da diplomacia, evitando ações que agravem a situação regional.

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