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EUA estudam reforços militares conforme Irã avança para nova fase

EUA avaliam envio de milhares de tropas para reforçar operação no Oriente Médio, com foco em passagem segura pelo estreito de Hormuz e outras opções

People work during an expansion of a cemetery, as smoke following airstrikes rises behind the Behesht-e Zahra cemetery, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran
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  • A administração de Donald Trump avalia enviar milhares de tropas dos EUA para reforçar a operação no Oriente Médio contra o Irã, conforme a campanha avança para seus próximos passos.
  • As opções incluem assegurar passagem segura de navios-tanque pelo estreito de Hormuz, principalmente por meio de ações aéreas e navais, com possibilidade de uso de tropas terrestres na orla iraniana.
  • Também foi discutida a possibilidade de enviar forças terrestres para a Ilha de Kharg, hub de exportação de petróleo do Irã; porém seria uma operação muito arriscada.
  • Há ressalvas de que a decisão ainda não foi tomada; um porta-voz da Casa Branca afirmou que não houve decisão de enviar tropas terrestres neste momento.
  • O conflito já resultou em mais de 7.800 ataques contra alvos iranianos desde 28 de fevereiro, com danos ou destruição de mais de 120 embarcações iranianas e entre 13 mortes entre militares americanos.

President Donald Trump avalia reforçar a operação dos EUA no Oriente Médio com milhares de tropas, em resposta à escalada contra o Irã. A informação é de uma autoridade do governo e de três fontes familiarizadas com o tema.

As opções incluem assegurar passagem segura de petroleiros pelo Estreito de Hormuz, principalmente por via aérea e naval. Em alguns relatos, há a possibilidade de deslocar tropas terrestres para a costa iraniana, segundo as fontes.

Também discutem manter forças em Kharg Island, polo de exportação de petróleo do Irã, que poderia exigir operações arriscadas devido a mísseis e drones adversários. A área já foi alvo de ataques anteriores dos EUA.

Um alto funcionário da Casa Branca afirmou que não houve decisão de enviar tropas terrestres no momento, mas que o presidente mantém todas as opções em posição. O objetivo é cumprir metas da chamada Operação Epic Fury.

O Pentágono não comentou oficialmente. Enquanto isso, o esforço militar dos EUA envolve ataques a alvos navais, de mísseis, drones e indústria de defesa do Irã, com mais de 7.800 ações registradas desde o início do conflito em 28 de fevereiro.

Calcula-se que, mesmo sem invasão terrestre, o risco político é relevante para Trump, considerando o apoio público e promessas de campanha de evitar novas guerras no exterior. O relato não aponta cronograma específico.

Entre os cenários, também se cogita a proteção de estoques de urânio enriquecido no Irã, tarefa considerada complexa mesmo para unidades especiais. As discussões sobre reforços vão além da próxima chegada de uma Força-Tarefa anfíbia e de uma Unidade Expedicionária da Marinha.

No panorama, funcionários mencionam que o objetivo estratégico envolve desativar capacidades de mísseis balísticos, enfraquecer a Marinha iraniana e impedir que aliases terroristas desestabilizem a região, ao mesmo tempo em que se evita a entrada direta em novas frentes no Oriente Médio.

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