- O Reino Unido afirmou que dará mais apoio aos aliados do Golfo diante de ataques do Irã, incluindo planos de comprar mísseis extras para a região.
- Caças britânicos e outras forças ajudam a derrubar drones iranianos; o navio de guerra HMS Dragon está a caminho do Mediterrâneo oriental.
- A base britânica RAF Akrotiri, em Chipre, foi atingida por um drone de origem iraniana em 1 de março, e a partida do HMS Dragon ocorreu apenas em 10 de março, gerando críticas sobre prontidão militar.
- O Reino Unido mantém presença militar no Bahrein, nos Emirados Árabes Unidos e em outros locais, e encomendará mais Lightweight Multirole Missiles à Thales UK em Belfast, além de oferecer treinamento no país.
- Em encontro com embaixadores e adidos de defesa de Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Iraque e Jordânia, foram discutidos fornecimento de novos equipamentos de defesa e tecnologia, com participação de fornecedores como BAE Systems, MBDA e Leonardo UK para enfrentar ataques iranianos.
British authorities anunciaram medidas para ampliar o apoio aos aliados do Golfo diante de ataques do Irã, incluindo a compra de mísseis adicionais para defesa da região. O anúncio ocorre em meio a tensões na região e a operações de defesa realizadas por tropas britânicas.
O governo informou que caças e outras forças britânicas têm contribuído para interceptar drones iranianos. Uma de suasnavios de guerra está a caminho do Mediterrâneo Oriental para apoiar a operação, enquanto críticas surgem sobre a rapidez de envio de recursos.
O Ministério da Defesa destacou que aeronaves de ataque leve multipropósito devem reforçar a defesa aérea. Além disso, o Reino Unido pretende adquirir mais mísseis de uso diverso, produzidos pela Thales UK, em Belfast, para equipes britânicas e parceiros regionais.
Parcerias e treinamentos também foram discutidos. Em uma reunião com ministros de defesa de países da região, representantes de Saudi Arabia, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Iraque e Jordânia trataram de novas tecnologias e equipamentos de defesa com fornecedores como BAE Systems, MBDA e Leonardo UK.
Segundo o governo, o objetivo é manter a prontidão e acelerar a disponibilidade de defesa para os aliados. O encontro contou com a participação de embaixadores e diplomatas de defesa para alinhar estratégias de resposta a ataques aéreos na região.
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