- Tropas nigerianas, com apoio aéreo, repeliram ataque coordenado de insurgentes contra uma base militar em Mallam Fatori, Borno, matando ao menos oitenta combatentes, incluindo três comandantes de alto escalão.
- O ataque ocorreu antes do amanhecer, com insurgentes avançando a pé e usando drones armados, conforme o porta-voz Sani Uba.
- As forças reagiram com resposta ofensivo-defensiva, contando com fogo de artilharia e apoio aéreo; jatos aliados atingiram insurgentes em retirada.
- Quatro soldados ficaram feridos e foram evacuados para tratamento; avaliações de danos dos ataques aéreos seguem em andamento.
- Foram recuperadas grandes quantidades de armas, incluindo rifles de assalto, lançadores de RPG, metralhadoras, munições, artefatos explosivos improvisados e componentes de drones.
Nigerian troops, com apoio aéreo, repeliram um ataque coordenado de insurgentes a uma base militar no nordeste do país, em Borno. Ao menos 80 combatentes foram mortos, entre eles três comandantes de alto nível, informou o Exército na quarta-feira.
O ataque ocorreu antes do amanhecer em Mallam Fatori, próximo à fronteira com o Níger. Os insurgentes avançaram a pé e usaram drones, segundo o porta-voz da força-tarefa Sani Uba.
As tropas já aguardavam o assalto e responderam com fogo terrestre e apoio aéreo, descrevendo a operação como ofensiva-defensiva. Bombas de precisão atingiram alvos dos insurgentes, com jatos aliados ajudando na retirada.
Quatro soldados ficaram feridos e foram evacuados para atendimento médico, afirmou Uba. Ainda não foi possível verificar de forma independente a confirmação das mortes dos comandantes.
Foi informado também que uma grande quantidade de armamento foi apreendida, incluindo rifles de assalto, lança-mle de RPG, metralhadoras, munições, dispositivos explosivos improvisados e componentes de drones.
Contexto: ataques a bases militares na região têm aumentado nas últimas semanas, após momentos de maior pressão contra Boko Haram e ISWAP em Borno. Maiduguri já havia registrado ataques suicidas no início da semana.
A ofensiva reflete uma suposta mudança de tática dos grupos extremistas, que buscam retomar terreno diante das operações governamentais contínuas na área. Autoridades não comentaram maiores detalhes de segurança.
Entre na conversa da comunidade