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Cinco países europeus e Japão pedem fim aos ataques do Irã no Estreito de Ormuz

Seis países europeus e Japão pedem cessar ataques de Irã e garantir passagem segura por Ormuz; condenam o fechamento, ameaças e missiles, e anunciam medidas para estabilizar a energia

La primera ministra de Japón, Sanae Takaichi, estrecha la mano del primer ministro británico, Keir Starmer, antes de una reunión bilateral celebrada en Tokio, Japón, el 31 de enero.
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  • França, Alemanha, Itália, Reino Unido, Países Baixos e Japão emitem declaração conjunta dispostos a contribuir para garantir a passagem segura pelo estreito de Ormuz, sem detalhar medidas específicas.
  • O texto não menciona os Estados Unidos nem Israel, apesar de pressões por uma coalizão que proteja cargueiros que atravessem a área marítima.
  • Os seis países condenam veementemente ataques iranianos a barcos comerciais desarmados e ataques a infraestruturas de petróleo e gás, além do que chamam de fechamento de facto de Ormuz.
  • Exigem que a República Islâmica cesse ameaças, colocação de minas e ataques com mísseis e drones para bloquear o estreito, considerados uma violação a resoluções da ONU.
  • Os signatários acolhem a decisão da Agência Internacional de Energia de liberar reservas de petróleo coordenadamente e sinalizam apoio a medidas para estabilizar os mercados de energia, incluindo diálogo com produtores para aumentar a produção.

Os países europeus França, Alemanha, Itália, Reino Unido, Países Baixos e Japão emitiram nesta quinta-feira um comunicado conjunto. O texto afirma a disposição de contribuir com esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo estreito de Ormuz, sem detalhar as medidas.

A declaração também condena com veemência ataques iranianos a navios comerciais desarmados e a infraestruturas de petróleo e gás. O grupo ressalta o encerramento de fato do estreito por forças iranianas e classifica a prática como violação a resoluções da ONU.

Além disso, os signatários exigem que a República Islâmica cesse ameaças, minas, ataques com mísseis e drones voltados a bloquear Ormuz. O documento aponta que tais ações afetam a paz e a segurança internacionais, bem como a cadeia de abastecimento de energia.

Contexto internacional

O texto não menciona Estados Unidos ou Israel, em meio a ataques envolvendo a região do Golfo. O comunicado destaca impactos globais, especialmente para populações vulneráveis, diante da interferência no comércio marítimo e na oferta de energia.

Os países apoiam a liberação coordenada de reservas de petróleo autorizada pela Agência Internacional de Energia (AIE) para enfrentar a escalada de preços. Também anunciam disposição de agir para estabilizar mercados energéticos e aumentar a produção junto a produtores de energia.

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