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Líder e chefes iranianos mortos por EUA e Israel em três semanas de guerra

Após dezenove dias de ofensiva, EUA e Israel matam o líder supremo e outros dirigentes iranianos; regime permanece, porém enfraquecido, com mais de 3.114 mortos

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  • Nos dezoito a dezenove dias de ofensiva, ataques dos EUA e de Israel mataram uma dezena de líderes da cúpula iraniana, começando pelo líder supremo Ali Jamenei em 28 de fevereiro.
  • A campanha, chamada de Furia Épica, teve início com o ataque que também atingiu outras figuras políticas e militares de alto escalão.
  • O presidente dos Estados Unidos afirmou que o objetivo era derrubar o regime iraniano; autoridades iranianas e seus aliados continuam sob pressão, apesar de o regime permanecer ou não intacto.
  • Entre as vítimas estão Ali Lariyani, segundo homem mais influente do país, Esmail Jatib, ministro de Inteligência, e outros membros do governo.
  • Até quarta-feira, a ONG HRANA registrou três mil cento e quatorze mortos, dos quais mil trezentos e cinquenta e quatro eram civis, incluindo duzentos e sete crianças.

O conflito entre Estados Unidos e Israel contra Irã, iniciado há 19 dias, resultou na morte de várias figuras da cúpula iraniana. As ações ocorreram em território iraniano e em ações conjuntas com bases e alvos estratégicos na região, segundo fontes oficiais. A ofensiva teve como objetivo enfraquecer o regime e afetar estruturas do poder, incluindo comando militar e inteligência.

Entre os alvos de alto escalão, constam líderes do governo e das Forças Armadas, com o ataque inicial atingindo o líder supremo Ali Jamenei na primeira noite de operação. O objetivo declarado é desestabilizar o aparato de comando e incentivar mudanças políticas significativas no Irã.

Durante os dias seguintes, outras altas figuras foram atingidas, incluindo o segundo homem mais influente do país, Ali Lariani, e Esmail Jatib, ministro de Inteligência. Combates e ataques também atingiram postos estratégicos, como campos de defesa e centros de comando.

Dados-chave

Analistas destacam que a ofensiva propõe um golpe significativo à estrutura de poder, mas não garante o colapso imediato do regime. Autoridades norte-americanas sinalizam que, embora o Irã permaneça formalmente vigente, está consideravelmente debilitado pela operação.

A diretora de Inteligência Nacional dos EUA afirmou que, apesar de o regime continuar de pé, ele sofreu severa redução de capacidades militares. O alerta ressalta que o Irã e seus aliados devem enfrentar dificuldades para reconstruir arsenais de mísseis e drones no curto prazo.

O monitoramento de organizações de direitos humanos aponta que o balanço humano envolve milhares de vítimas. Pela ONG HRANA, o total de mortos até a data chega a cerca de 3.114, com 1.354 civis, entre eles 207 crianças. Os números variam conforme novas informações de campo vão chegando.

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