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Trump garante que Israel não atacará o campo de gás iraniano após retaliação

Trump afirma que Israel não fará mais ataques ao South Pars Gas Field, a menos que o Irã reaja, em meio à escalada que eleva preços do petróleo

Members of a Red Crescent rescue team work at a building that was damaged by a strike, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in Tehran, Iran, March 17, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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  • Trump afirmou que Israel “violently lashed out” contra o campo de gás sul Pars, no Irã, e disse que não haverá mais ataques, a menos que o Irã responda.
  • O ataque elevou os preços do petróleo e o Irã ameaçou atingir alvos de petróleo e gás no Golfo; missiles atingiram Ras Laffan, no Qatar, e houve ataques a objetivos na Arábia Saudita.
  • A QatarEnergy informou “danos extensos” a várias instalações de LNG após os ataques, que afetam uma parte relevante do fornecimento global de gás.
  • A Arábia Saudita interceptou quatro mísseis com destino a Riad e impediu um ataque com drones a uma instalação de gás; o Irã também atingiu instalações de gás do Qatar na quinta-feira.
  • Os ministros das Relações Exteriores de seis países islâmicos condenaram os ataques do Irã e discutiram a necessidade de uma suspensão imediata; há relatos sobre possíveis reforços militares dos EUA na região para garantir o trânsito de petróleo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel desferiu um ataque violento contra o maior campo de gás da Iran, o South Pars, na quarta-feira, como parte de uma escalada no conflito regional. Ele disse que o ataque ocorreu sem aprovação prévia dos EUA e que não haverá novas investidas israelenses, a menos que o Irã reaja.

O ataque afetou volumes significativos de gás, com a QatarEnergy relatando incêndios extensos e danos em instalações de LNG. O Ras Laffan Industrial City, uma importante base de processamento, foi atingido e houve relatos de danos consideráveis.

Trump anunciou, via rede social, que Israel não repetirá ataques ao South Pars, a menos que o Irã decida atacar alvos inocentes no Qatar. O governo americano estuda reforços militares na região para proteger vias de passagem do petróleo via Estreito de Ormuz.

Repercussões regionais

O Irã respondeu com ataques a Qatar e Arábia Saudita, mirando instalações de gás e bases militares. Da região chegam relatos de interceptação de mísseis e drones, além de ataques a infraestruturas civis e aéreos. Ministérios de Relações Exteriores de países islâmicos pedem imediata redução de hostilidades.

Ações no Golfo levaram a quedas e oscilações no mercado de energia, com impactos ainda incertos para preços globais de petróleo e gás. Autoridades consideram possível aumento de reforços militares estadunidenses para manter a livre circulação de petróleo pela região.

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