- A União Europeia e o Mercosul definiram a entrada provisória do acordo a partir de 1º de maio, enquanto ocorre a ratificação pelos parlamentos nacionais.
- O acordo é fortemente criticado pelo setor agrícola francês, que teme impacto aos produtores locais com a importação de produtos doMercosul.
- Alemanha e Espanha apoiam a medida, argumentando que ela traz oportunidades de crescimento econômico e fortalecimento das relações comerciais.
- A implementação provisória funciona como fase de transição para adaptar empresas e governos às novas regras e facilitar a resolução de problemas.
- O tratado, assinado em 2019, deve tornar-se definitivo até o fim de 2026, após o processo de ratificação.
O acordo entre a União Europeia e o Mercosul entrará em vigor de forma provisória a partir de 1º de maio, conforme anúncio da Comissão Europeia. A fase experimental permitirá aplicar o tratado enquanto os parlamentos nacionais dos 27 membros da UE discutem a ratificação. O objetivo é facilitar o comércio entre as duas regiões e adaptar regras comerciais durante a transição.
O Mercosul é composto por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A UE, por sua vez, abriga 27 Estados-membros. O acordo prevê a eliminação de tarifas, facilitação de comércio de bens e serviços e regras comuns para investimentos e propriedade intelectual, com expectativa de aumento do comércio bilateral, especialmente nos setores agrícola, automotivo e de tecnologia.
Reações e contextos
O setor agrícola francês criticou fortemente a medida, temendo impactos nos produtores locais devido à entrada de produtos mais baratos vindos do Mercosul. Em contrapartida, governos da Alemanha e da Espanha apoiaram a decisão, destacando potenciais ganhos econômicos e fortalecimento das relações comerciais.
Caminho rumo à adoção definitiva
Brasileiro celebra a assinatura e a entrada em vigor provisória, destacando benefícios econômicos e a ampliação das relações internacionais. A ratificação prevista pelos parlamentos nacionais deve ocorrer nos próximos meses, com expectativa de que o acordo se torne definitivo até o fim de 2026.
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