- Um grupo de vinte e dois países, a maioria da Otan, trabalha para reabrir a navegação pelo Estreito de Ormuz, segundo o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.
- Entre os parceiros estão Japão, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos e Bahrein.
- O anúncio vem após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado atacar usinas nucleares do Irã para que a passagem fosse liberada em quarenta e oito horas.
- Nesta segunda-feira, os preços do petróleo oscilaram diante da escalada de tensões entre EUA e Irã no estreito.
- A recessão de sanções por parte de Washington permitiu a liberação de petróleo iraniano via marítima, com milhões de barris chegando aos mercados globais.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou no domingo 22 que 22 países trabalham para reabrir a navegação pelo Estreito de Ormuz. Entre eles estão membros da Otan e aliados como Coreia do Sul, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos e Bahrein.
Segundo Rutte, o grupo busca garantir que o estreito permaneça livre e seja reaberto o mais rápido possível. A declaração ocorreu após tensões entre EUA e Irã terem aumentado a apreensão sobre o fluxo de petróleo na região.
No dia seguinte, segunda-feira 23, os preços do petróleo oscilaram, refletindo a escalada entre Washington e Teerã e a incerteza sobre o abastecimento pela passagem estratégica.
Desdobramentos no Estreito
As ambições coletivas representam uma coordenação internacional para manter livre a rota marítima, sobre a qual passam volumes significativos de petróleo. O contexto envolve pressões políticas e diplomáticas entre Estados Unidos, Irã e aliados da região.
Ao mesmo tempo, houve destaque para impactos indiretos nos mercados globais, com variações de preço e atenção contínua aos movimentos de sanções e liberações de crude vinculadas ao Irã. A situação segue em monitoramento internacional.
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