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Hungria é acusada de repassar informações a Moscou sobre negociações da UE

Ministro das Relações Exteriores da Hungria teria informado Moscou sobre reuniões da UE há anos, alimentando crise diplomática com Bruxelas

Russian Foreign Minister Sergey Lavrov, left, shakes hands with Hungarian Minister of Foreign Affairs and Trade Peter Szijjarto, Nov. 30, 2023.
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  • Eleições na Eslovênia terminaram com resultado estreito: o Movimento pela Liberdade de Golob tem 29 cadeiras e o SDS, de Janez Janša, 28, tornando a formação de governo incerta.
  • Janša enfrentou acusações de interferência externa após vazamentos de conversas com uma empresa de inteligência israelense, a Black Cube; o ex-principal afirmou que houve contatos, mas negou envolvimento com a eleição.
  • Nomeado ministro de Exterior da Hungria, Péter Szijjártó, é acusado de repassar informações confidenciais de reuniões da UE a Moscou, em chamadas durante intervalos; o governo também bloqueia empréstimo da UE de 90 bilhões de euros a Kyiv.
  • França viveu pleitos municipais com resultados mistos: Paris permanece no controle da esquerda, com Emmanuel Grégoire, Marseille reelegeu Benoît Payan e Lyon manteve Grégory Doucet, após alianças locais.
  • Fatih Birol, presidente da Agência Internacional de Energia, alertou para uma possível crise energética global ainda maior que crises dos anos setenta e o impacto da guerra na Ucrânia, diante do ultimato de Washington sobre o Estreito de Ormuz.

O Hungarian Foreign Minister Péter Szijjártó foi acusado de manter Madrid ou Moscou no circuito das decisões europeias ao supostamente repassar informações de reuniões da União Europeia a Moscou. A denúncia, publicada pelo Washington Post, cita contatos telefônicos durante intervalos de encontros em Brussels e aponta 16 visitas a Moscou desde 2022. O governo de Budapeste nega as acusações.

O episódio ocorre em meio a eleições na Hungria, marcadas para 12 de abril, e no contexto de tensões entre a UE e a Hungria sobre o financiamento de Kyiv e a política energética. Observadores veem o caso como potencial combustível para críticas a Viktor Orbán, líder húngaro, em um momento decisivo da campanha.

Paralelamente, a Europa acompanha eleições na Eslovênia, onde o governo centrista de Robert Golob pode formar maioria frente ao SDS, de Janez Janša. A contagem parcial aponta para um empate técnico, com 29 cadeiras para Golob e 28 para Janša, em um parlamento de 90 cadeiras.

Na França, votos para eleições municipais apontam para um equilíbrio entre esquerda, direita e movimentos regionais. Paris manteve o controle da esquerda com Emmanuel Grégoire, enquanto Lyon e Marseille apresentaram vitórias ou reforços para diferentes coligações locais.

No campo energético, Fatih Birol, da IEA, alertou que a crise pode superar crises anteriores caso o Irã não reabra o estreito de Hormuz, no contexto de pressões de Trump. O presidente da IEA destacou risco para a economia global caso não haja resolução diplomática rápida.

Brasil, Itália e Alemanha também acompanham movimentações políticas locais e regionais, com resultados que devem influenciar o cenário político europeu nas próximas eleições nacionais. A cobertura completa segue com atualizações sobre os desdobramentos eleitorais e diplomáticos.

Hungáriá foreign minister briefing

Relatórios indicam que Szijjártó contatou Lavrov com frequência para repassar informações de reuniões em Bruxelas, segundo a matéria do Washington Post. O governo de Budapeste classifica as alegações como falsas. A imprensa europeia analisa o impacto do caso na relação entre a UE e a Hungria.

Resultados eleitorais na Eslovênia

Resultados parciais apontam para uma virada apertada entre o Movimento Liberdade de Golob e o SDS de Janša. A coalizão de governo enfrenta dificuldades para consolidar uma maioria estável no parlamento de 90 cadeiras.

Contexto: França e eleições municipais

As votações em cidades como Paris, Lyon e Nice indicam cenários variados entre esquerda, direita e forças emergentes. Observadores citam impactos potencialmente relevantes para o pacto político de 2027, com as alianças locais em foco.

Visão internacional sobre energia

Birol alertou para uma possível crise energética global se o Irã não reabrir o estreito, em meio a tensões entre EUA e região. Movimentos de mercado seguiram com alta nos preços do petróleo e queda inicial de ações asiáticas.

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