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Irã ameaça atacar usinas de bases dos EUA conforme prazo no Estreito de Hormuz

Irã ameaça atacar usinas elétricas que alimentam bases americanas como retaliação ao fechamento do Estreito de Hormuz

A cargo ship sails in the Arabian Gulf towards Strait of Hormuz in United Arab Emirates, Sunday, March 15, 2026. (AP Photo/Altaf Qadri)
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  • Irã ameaçou atacar usinas elétricas que abastecem bases americanas, como resposta ao prazo do presidente Donald Trump sobre o estreito de Hormuz.
  • A declaração lida pela televisão estatal diz que, se as usinas forem atacadas, o Irã retaliará mirando as usinas de energia do regime ocupante e de países da região que fornecem energia às bases dos EUA.
  • A ameaça ocorre enquanto Trump disse que os EUA atacariam usinas iranianas em quarenta e oito horas se o estreito continuasse efetivamente fechado pela ação do Irã.
  • O estreito de Hormuz é central para o petróleo, com o tráfego de navios caindo de cerca de cem transits semanais para sete; o Irã afirma que o estreito está aberto a todos, exceto aos inimigos.
  • O Comando Central dos EUA afirmou que a campanha contra o Irã está adiantada ou dentro do previsto; ataques aéreos foram reportados em Teerã e Israel descreveu ações contra infraestrutura do regime.

O Irã ameaçou atacar usinas de energia que fornecem energia às bases militares americanas, em resposta ao prazo de Donald Trump sobre o Estreito de Hormuz. A mensagem foi veiculada pela televisão estatal no início desta segunda-feira, citando a Guarda Revolucionária como emissora da decisão. A advertência ocorre no contexto de bloqueio do estreito, que o Irã vê como resultado de agressões dos Estados Unidos e de Israel.

Segundo o comunicado, se as usinas de energia forem atingidas, o Irã pretende retaliar mirando as usinas do “regime ocupante” e infraestruturas econômicas, industriais e energéticas envolvidas com EUA, incluindo países da região que fornecem eletricidade a bases americanas. O texto também associa Israel ao papel de ocupante. A declaração surge após Trump afirmar, no fim de semana, que os EUA alcançariam alvos energéticos no Irã caso o estreito permaneça fechado pela passagem de navios.

Enquanto isso, a crise energética no Golfo se agrava com o estreito quase fechado, reduzindo o tráfego de navios de cerca de 100 para cerca de 7 transações semanais. A maior parte do comércio marítimo encontra-se a uma distância segura para evitar ataques, e o Irã afirma manter o estreito aberto para todos, exceto para inimigos.

Desdobramentos militares no terreno

O conflito entra na sua quarta semana de hostilidades com ataques aéreos sobre Bagdá e Damasco, além de ações israelo-americanas contra infraestruturas consideradas ligadas ao Irã. A imprensa regional relata ataques israelenses, com várias cidades no sul atingidas e dezenas de feridos após um ataque recente a instalações ligadas a um local de pesquisa nuclear.

Comando dos EUA e avaliação da ofensiva

O general-chefe da Força-Tarefa do Comando Central dos EUA afirmou que a campanha contra o Irã está adiantada ou dentro do plano. Em entrevista à Iran International, ele destacou esforços para neutralizar capacidades de mísseis e drones, além de interromper a fabricação. A autoridade também ressaltou que civis permanecem em risco devido a ataques em áreas povoadas. O conflito já deixou mais de 2 mil mortos desde o início das operações em 28 de fevereiro.

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