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China reafirma posição imparcial na guerra do Irã, diz Reino Unido

China afirma posição imparcial na guerra no Irã e alerta que consequências se expandem no Oriente Médio; Reino Unido, aliado da coalizão, mantém cautela e pressão por cessar-fogo

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi (foto), se reuniu na 2ª feira (23.mar.2026) com o Conselheiro de Segurança Nacional do governo britânico, Jonathan Powell, em Pequim
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  • O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, reuniu-se em Pequim com o Conselheiro de Segurança Nacional britânico, Jonathan Powell, em 23 de março de 2026.
  • Wang Yi afirmou que a visão da China sobre a guerra no Irã é imparcial e objetiva e pediu o encerramento do conflito para evitar novas consequências à economia global.
  • Segundo o chanceler chinês, todos os países são afetados pelos desdobramentos no Oriente Médio, e governos devem pressionar por cessar-fogo e retorno das partes à negociação.
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou pausa de cinco dias nos ataques após conversas com o Irã, citando a necessidade de diálogo.
  • O Reino Unido participou indiretamente do conflito: autorizou o uso de bases britânicas para ataques dos EUA e o Irã respondeu com drones a uma base da RAF em Akrotiri; Keir Starmer chamou o regime iraniano de abominável.

Na China, o chanceler Wang Yi afirmou a Jonathan Powell, conselheiro de Segurança Nacional do Reino Unido, que a visão de Pequim sobre a guerra no Irã é imparcial e objetiva. O encontro ocorreu em Pequim na segunda-feira, 23 de março de 2026. O objetivo foi discutir como evitar novas consequências econômicas globais.

Wang Yi destacou que os efeitos colaterais da crise no Oriente Médio atingem diversas regiões e países. Segundo ele, todos os governos devem pressionar por um cessar-fogo e promover o retorno de EUA e Irã à mesa de negociação. Achina pediu prioridade ao diálogo para uma solução política.

O Reino Unido permanece indiretamente envolvido no conflito, apoiando a aliança EUA-Israel. Antes, Keir Starmer autorizou o uso de bases britânicas para ataques contra o Irã. Em resposta, o Irã lançou drones contra uma base da RAF em Akrotiri, no Chipre. Os bombardeios começaram em 28 de fevereiro.

Contexto internacional

O encontro entre China e Reino Unido ocorre em meio a tensão entre EUA, Israel e Irã. Trump anunciou uma pausa de cinco dias em ataques após conversa com o Irã, elevando a complexidade da situação regional. Pequim defende que a estabilidade do Irã depende de negociações abertas entre as partes.

Starmer já havia criticado o regime iraniano, descrevendo-o como abominável, enquanto o governo chinês reforça a necessidade de evitar escaladas. A reunião visou alinhar posições sobre o papel de potências globais na mediação do conflito, buscando reduzir impactos econômicos mundiais.

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