- Um homem da Flórida, Luis Perez, descobriu trombose venosa profunda após o comportamento incomum do seu cão-guia, Jerry.
- Jerry, labrador treinado para guiar deficientes visuais, também ajuda Perez a lidar com ansiedade e depressão.
- Em fevereiro, Perez sentiu dor forte na perna enquanto o cão pressionava a coxa, sem deixá-lo levantar.
- Dias depois, o comportamento do animal se intensificou, levando Perez a buscar atendimento médico.
- O diagnóstico foi trombose venosa profunda; ele ficou quatro dias internado e afirma que o cão o “salvou” ao levá-lo ao hospital.
Um homem da Flórida descobriu trombose venosa profunda após o comportamento atípico do seu cão-guia. Luis Perez, que vive no estado americano, percebeu sinais diferentes no animal em fevereiro.
Perez adotou Jerry, um labrador preto treinado para guiar pessoas com deficiência visual, em 2024. Desde então, o cão acompanha o tutor nas atividades diárias e ajuda a acalmar crises de ansiedade.
Comportamento do cão e diagnóstico
No início de fevereiro, Jerry pressionou a coxa de Perez sem deixá-lo levantar, e o tutor pensou tratar-se de uma manobra do animal para o manter próximo. Dias depois, o comportamento se intensificou, com o cão insistindo em ficar perto dele.
Diante da insistência do animal, Perez procurou atendimento médico. Exames confirmaram trombose venosa profunda, situação que, se evoluísse, poderia colocar a vida do paciente em risco caso o coágulo chegasse ao coração.
Perez permaneceu internado por quatro dias e, após a recuperação, voltou à rotina. O hospital informou que buscar ajuda na hora certa foi decisivo para evitar complicações graves. Jerry continua ao lado do tutor, desde a adoção.
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