- O Catar não participa diretamente de negociações de mediação e se coloca à disposição, se houver papel, mas foca em ajudar a interromper os ataques.
- Autoridades informam que não houve alertas por ataques de mísseis ou drones nos últimos dias, mantendo a vigilância.
- O ministro das Relações Exteriores, Majed Al-Ansari, diz que ataques à infraestrutura energética são perigosos e não têm justificativa.
- O Catar reserva o direito de responder a ataques contra infraestrutura vital, mas ainda não tomou decisão de retaliação.
- O porta-voz reforça que a região deve conviver e que ninguém vai desaparecer; “a tempestade ainda está no olho do furacão.”
Qatar afirma que não atua como mediador, mantendo-se no centro da turbulência regional. Embora os ataques com mísseis e drones tenham diminuído, o país ressalta vigilância permanente e direito de resposta caso ocorram novas ofensivas.
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Dr. Majed Al-Ansari, disse que o Catar não participa diretamente das negociações entre as partes no conflito regional. Ele mencionou disponibilidade para apoiar esforços, caso haja papel claro para o país.
Autoridades catarenses informaram que não houve alertas nos últimos dias sobre novos ataques vindos do Irã. Mesmo assim, o governo afirma manter alta atenção às ameaças e riscos contínuos no território.
Mesmo com a calmaria recente, Al-Ansari destacou que ataques a infraestrutura de energia provocam consequências graves para a região. Ele pediu proteção absoluta à infraestrutura civil, apontando que não há justificativa para ataques.
O chanceler reiterou que o Catar reserva-se o direito de responder a ataques contra infraestrutura vital, sem contudo confirmar qualquer retaliação neste momento. A pauta de defesa permanece sob avaliação constante.
Al-Ansari enfatizou ainda a convivência entre países da região, ressaltando que não há espaço para ações extremas. Segundo ele, o objetivo é reduzir tensões e buscar soluções pacíficas de longo prazo.
Impacto no setor de energia
O porta-voz apontou que incidentes contra infraestrutura energética elevam o risco regional. O Catar condena qualquer ataque a ativos energéticos, classificando-o como precedente perigoso.
O governo reforçou o compromisso com a proteção de infraestrutura civis, considerada parte essencial do bem-estar da população. O tema é tratado com cautela pelas autoridades.
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