- A Rússia lançou quase mil drones contra a Ucrânia em 24 horas, entre 23 e 24 de março, um dos maiores ataques desde o início da guerra.
- Durante o dia, mais de 550 drones de ataque atingiram regiões centrais e ocidentais, após uma madrugada de mísseis e drones.
- Pelo menos três pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas no ataque diurno; em Lviv, 17 pessoas ficaram feridas e o Monastério Bernardine, patrimônio da UNESCO, foi danificado.
- Em Ivano-Frankivsk, dois morreram e quatro ficaram feridas, incluindo uma criança de 6 anos; maternidades e cerca de 10 residências foram afetadas.
- Explosões também ocorreram em Khmelnytskyi, Ternopil, Vinnytsia e Zhytomyr; uma garota de 12 anos ficou ferida em Zhytomyr; Kiev também foi visado, com autoridades destacando que Moscou está mudando táticas para encontrar vulnerabilidades.
O próximo ataque russo a Ukraine aconteceu em 23 e 24 de março, quando quase 1.000 drones foram lançados em território ucraniano em menos de 24 horas. A ofensiva atingiu regiões centrais e ocidentais, incluindo Lviv, Ivano-Frankivsk e áreas ao redor de Kiev.
Durante a madrugada, um grande conjunto de mísseis e drones foi seguido por uma ofensiva diurna com mais de 550 drones de ataque. As ações deixaram pelo menos quatro mortos e 21 feridos em várias regiões, segundo autoridades locais.
Em Lviv, próximo à fronteira com a Polônia, drones atingiram áreas civis e deixaram 17 feridos. Além disso, o Monastério Bernardino, um marco histórico da cidade, sofreu danos; o complexo está situado no centro histórico, listado como Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Ivano-Frankivsk também foi alvo, com dois mortos no centro da cidade e quatro feridos, entre eles uma criança de 6 anos. Houve danos a maternidades e a cerca de 10 prédios residenciais, segundo o governo regional.
Explosões também ocorreram em Khmelnytskyi, Ternopil, Vinnytsia e Zhytomyr, este último registrando uma menina de 12 anos ferida e hospitalizada. Kiev foi atingida por drones que vinham do norte, segundo a Força Aérea ucraniana.
As autoridades de defesa destacaram que Moscou alterou táticas com ataques massivos, buscando vulnerabilidades nas defesas aéreas. O presidente Zelenskyy afirmou que a escala do ataque evidencia a intenção de continuar o conflito e citou ações de apoio iraniano na região, apontando pressões adicionais como necessárias.
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