- A porta-voz Zhu Fenglian, do Gabinete de Assuntos de Taiwan, afirmou que a China não descarta o uso da força para frustrar a independência da ilha.
- Ela disse que Pequim busca uma solução pacífica, mas tem plena confiança na capacidade de enfrentar forças separatistas e não renunciar à força.
- A declaração ocorreu após perguntas sobre relatório da CIA, que aponta que não há planos de invadir Taiwan neste ano ou no próximo.
- Zhu afirmou que a relação com Taiwan é assunto interno chinês e que não cabe à comunidade internacional opinar.
- Segundo a porta-voz, a principal razão da tensão no estreito é a atuação do Partido Democrático Progressista em buscar apoio externo para a independência.
A porta-voz Zhu Fenglian, do Gabinete de Assuntos de Taiwan, afirmou nesta quarta-feira, 25 de março de 2026, que a China não renuncia ao uso da força para frustrar a independência da ilha. A declaração foi dada durante entrevista coletiva com jornalistas.
Segundo Zhu, Pequim elaborou uma posição que busca promover um espaço pacífico para a reunificação, mas mantém plena confiança na capacidade de lidar com forças separatistas. A China não descarta tomar todas as medidas necessárias para salvaguardar a soberania.
A porta-voz ressaltou que a controvérsia no estreito é impulsionada pela busca do governo de Taipei, representado pelo DPP, por apoio externo à independência. Ela também mencionou que agentes externos não devem opinar sobre a relação entre a China e Taiwan.
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