- Emirados Árabes Unidos disse ter interceptado drones e mísseis provenientes do Irã pela manhã, alegando que os sons são as defesas aéreas em ação.
- Kuwait informou que explosões ouvidas são resultado de sistemas de defesa aérea interceptando alvos hostis, sem especificar a origem das ameaças.
- Bahrein alertou sobre o acionamento de sirenes e orientou moradores a buscar abrigo no local seguro mais próximo.
- Na região, países passaram a encarar o Irã como ameaça direta de longo prazo à segurança, com desdobramentos entre ataques e respostas militares.
- O conflito envolve EUA e Israel contra o Irã, com mortes civis e militares relatadas e expansão de ações para o Líbano, incluindo a eleição de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo.
Emirados Árabes Unidos e Kuwait afirmaram ter interceptado drones e mísseis cujos objetos teriam origem no Irã, na manhã desta quinta-feira. Os relatos destacam que sons ouvidos seriam das defesas aéreas atuando no território.
O Bahrein também informou que sirenes foram acionadas e pediu aos moradores que buscassem abrigo no local seguro mais próximo. As autoridades não detalharam a origem dos ataques.
Países do Golfo vivem quarto semana de confrontos na região, com cidades afetadas pela ofensiva com mísseis e drones. As informações indicam uma escalada nos ataques e maior instabilidade regional.
Contexto regional
Segundo relatos, Estados do Golfo consideram o Irã uma ameaça direta de longo prazo à segurança. EUA e Israel seguem em posição de combate ao Irã, com ações que incluem interdições de alvos militares.
A retaliação iraniana envolve ataques a Emirados, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, conforme autoridades locais. Têm sido atribuídos alvos de interesse de potências estrangeiras.
As cifras de vítimas variam entre fontes oficiais, com relatos de civis e militares afetados. Autoridades internacionais monitoram a evolução dos ataques e a situação humanitária na região.
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