- Em 2025, a China superou o Japão em vendas globais de automóveis, com 27 milhões de veículos vendidos por marcas chinesas em fábricas ao redor do mundo, frente a 25 milhões japoneses.
- A BYD ficou em sexta posição global entre as fabricantes, a melhor colocação entre as chinesas; Geely terminou em oitavo, após superar a Honda.
- Seis marcas chinesas estiveram entre as vinte maiores vendedoras, incluindo BYD, Geely, Chery, Changan Automobile, SAIC Motor e GWM.
- O Toyota continua na liderança do ranking, enquanto a Honda perdeu uma posição e a Nissan ficou fora do top 10 pela primeira vez desde 2004.
- Vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in cresceram 20%, somando 20,7 milhões; a China respondeu por 12,9 milhões dessas vendas, com marcas nacionais dominando cerca de 70% do mercado local, e a BYD vendeu aproximadamente 2,3 milhões de EVs em 2025 (aumento de 28%).
A China superou o Japão na venda global de automóveis em 2025, quebrando 25 anos de hegemonia japonesa. O volume agregado de veículos fabricados por empresas chinesas chegou a 27 milhões, frente a 25 milhões dos japoneses. Dados são do Nikkei e da MarkLines.
A marca chinesa BYD ficou em 6º lugar global em 2025, mais bem posicionada entre as japonesas-sônicas. Geely ficou em 8º, superando Honda. No top 10, aparecem outras marcas chinesas, como Chery, Changan, SAIC e GWM.
Entre as 20 maiores montadoras, a China teve 6 marcas entre as primeiras, enquanto o Japão teve 5. Toyota segue líder, mas Honda caiu de posição e Nissan ficou fora do top 10 pela primeira vez desde 2004.
O crescimento chinês está ligado ao avanço de elétricos e híbridos. Vendas desses veículos subiram 20% frente a 2024, totalizando 20,7 milhões. O mercado chinês respondeu por 12,9 milhões dessas vendas, cerca de 70% concentradas em marcas nacionais.
Em 2025, a BYD vendeu aproximadamente 2,3 milhões de carros elétricos, alta de quase 28% ante 2024, consolidando a liderança da empresa no segmento de EVs.
A participação chinesa nas vendas globais reforça a expansão de fábricas globais de marcas chinesas, com produção espalhada por diversas regiões. Analistas destacam impactos para cadeias de suprimentos e estratégias de marcas rivais.
Segundo especialistas, o domínio de mercado não é apenas regional, refletindo investimentos em tecnologia, baterias e redes de distribuição. O cenário indica mudança permanente na configuração competitiva mundial.
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