- Um homem de quarenta e dois anos, ex-policial francês, é suspeito de matar a ex-companheira e a atual parceira; os corpos foram encontrados enterrados na Serra da Nogueira, Bragança.
- O homem foi detenido em Portugal após ser abordado pela Guarda Nacional Republicana durante uma blitz na Estrada Nacional cento e dois, em Mêda, no distrito da Guarda, quando viajava com os dois filhos.
- Na operação, ele foi preso por falsificação de documentos e posse ilegal de arma de fogo; as crianças, de treze meses e de dezoito meses, ficaram sob cuidado.
- A investigação aponta que o suspeito era procurado pela França por sequestro de filhos e por outros crimes graves, incluindo possível homicídio; a Polícia Judiciária foi acionada.
- Segundo a imprensa francesa, as duas mulheres estavam desaparecidas desde a semana anterior, em Aveyron; o filho mais velho do suspeito teria ajudado a indicar a localização dos corpos.
Cédric Prizzon, ex-policial francês de 42 anos, é suspeito de matar a ex-companheira e a atual parceira no distrito de Bragança, em Portugal. Os corpos foram encontrados enterrados na Serra da Nogueira, nesta semana, após ele ter sido detido pela GNR.
O preso foi interceptado durante uma abordagem na Estrada Nacional 102, em Mêda, no distrito de Guarda, quando viajava com seus dois filhos, de 13 e 18 meses, que ficaram aos cuidados do estado após a detenção. A operação ocorreu na terça-feira.
A GNR informou que, ao confirmar o nome do detido, constatou que ele tinha mandado de busca francês por suposta captura de crianças e pelas pessoas envolvidas no caso.
Perfis e antecedentes
Segundo a imprensa francesa, as vítimas são a ex-parceira e a atual parceira do suspeito, que estavam desaparecidas desde a semana passada na região de Aveyron, no sul da França. A informação foi divulgada pela agência AFP.
O filho mais velho do suspeito teria colaborado com as autoridades portuguesas, fornecendo informações que levaram à localização dos corpos. Os locais onde foram encontrados ficam a mais de 150 km do ponto de detenção.
O que acontece a seguir
Fontes indicam que a polícia francesa, ligada à gendarmaria de Toulouse, pode enviar agentes a Portugal. A investigação em andamento é conduzida pela Procuradoria de Montpellier, com apoio da Polícia Judiciária em Portugal.
O ex-policial era desempregado e já havia sido condenado por violência doméstica. Também já havia viajado de forma irregular à Espanha com o filho mais velho, em 2021, segundo relatos da mídia.
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