- A ERCC (Centro de Coordenação de Resposta a Emergências) da UE apoiou cerca de noventa voos para trazer cidadãos de volta a 14 países da União Europeia.
- Mais de 11.000 cidadãos europeus foram repatriados em voos financiados pela UE.
- A UE pode cobrir até setenta e cinco por cento dos custos de repatriação de voos nacionais, desde que pelo menos trinta por cento dos assentos sejam oferecidos a cidadãos de outros estados-membros; se nenhum país puder ajudar, a Comissão organiza voos totalmente financiados pelo mecanismo rescEU.
- Na semana passada, chegou a Bucareste o quinto voo de repatriação, com 134 europeus; voo partiu de Omã, levando 96 romenos e 38 cidadãos de outros países; a UE também arcou com até setenta e cinco por cento dos custos de deslocamento por via rodoviária até Omã.
- Vários países apresentaram planos nacionais: Grécia repatriou mais de duas mil pessoas; Itália estima ter cerca de noventa mil italianos no Médio Oriente; França já repatriou quase vinte mil; Espanha evacuou oito mil.
Desde o início do conflito no Oriente Médio, milhares de voos foram cancelados e várias pessoas ficaram retidas. A UE coordena operações de repatriação por meio do ERCC, com apoio a dezenas de voos que trouxeram europeus de volta a 14 países-membros.
A UE informa que, até o momento, mais de 11 mil cidadãos europeus foram repatridos em voos financiados pela própria União. O ERCC opera dois regimes de apoio, com cobertura de até 75% dos custos, sob a condição de que pelo menos 30% dos assentos sejam destinados a outros nacionais da UE.
A maioria das ações recentes ocorreu entre a segunda quinzena de fevereiro e março, com voos partindo de Oman e encaminhando pessoas para Romênia, Polônia e outros destinos na UE. Em Buchareste, uma quinta evacuação levou 134 europeus de Oman, incluindo romenos e cidadãos de outros países.
Em termos de alcance nacional, governos da UE anunciaram seus próprios planos. Grécia informou que mais de 2 mil cidadãos retornaram, com operações terrestres entre Tel Aviv, Jerusalém e Cairo, entre outros pontos. Itália estima ter 25 mil nacionais repatriados, em meio a 90 mil italianos na região.
França comunicou a repatriação de cerca de 20 mil franceses, enquanto a Espanha reportou 8 mil evacuados desde o início do conflito. Estima-se que, no total, centenas de milhares de franceses e outros europeus estavam na região antes do agravamento da crise.
A Comissão Europeia reiterou que continuará a apoiar cidadãos onde houver dificuldades que excedam a capacidade individual dos Estados-membros. Diversas situações de repatriação seguem em andamento, conforme pedidos de assistência de diferentes países.
Mudanças no cenário de repatriação dependem de cooperação entre Estados, disponibilidade de voos e rotas de acesso aos terminais de saída. O objetivo é manter a segurança e facilitar o retorno de quem está no Oriente Médio.
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