- Câmara dos EUA, controlada pela força republicana, rejeitou o acordo aprovado pelo Senado para financiar o Departamento de Segurança Interna, mantendo o impasse que afeta aeroportos.
- O projeto do Senado visava reabrir o órgão de segurança do transporte, mas não incluía verbas para o serviço de imigração, ampliando o caos nos aeroportos com filas longas e atrasos.
- A paralisação já dura mais de quarenta dias, com cerca de 61 mil agentes de segurança sem pagamento e salários atrasados superiores a US$ 1 bilhão.
- O presidente da Câmara, Mike Johnson, disse que a maioria republicana não apoiará medidas que interrompam as leis de imigração, mantendo o partido unido contra a proposta do Senado.
- O presidente Donald Trump assinou ordem executiva para pagar imediatamente os funcionários da segurança interna, com pagamentos começando a chegar aos trabalhadores a partir de segunda-feira.
Os Republicanos da Câmara dos Deputados dos EUA rejeitaram um acordo aprovado pelo Senado para regularizar o orçamento do Departamento de Segurança Interna. A decisão amplia o impasse que já afeta operações de voos e a fiscalização de fronteiras.
A paralisação provocou caos em aeroportos do país, com filas longas e atrasos generalizados. Mais de 40 dias de atraso deixaram cerca de 61 mil agentes sem pagamento.
Ao menos, o acordo aprovado pelo Senado buscava reabrir a agência de segurança de transporte, mas não incluía verbas para o serviço de imigração. O impasse continua sem solução imediata.
Em resposta ao bloqueio, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva para pagar os funcionários da rede de segurança de transportes. A medida já começou a tramitar, com expectativa de impacto nas contas a partir de segunda-feira.
Segundo a imprensa, a agência iniciou o processamento dos pagamentos, buscando acelerar o adiantamento dos salários atrasados. A normalização dos serviços pode levar semanas, conforme relatos de sindicatos.
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