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EUA enviam porta-aviões para exercícios navais no Brasil

Porta-aviões dos EUA participa da Operação Southern Seas 2026 com nove países da América Latina, incluindo o Brasil, para ampliar cooperação naval contra ameaças comuns

Porta-aviões USS Nimitz será usado Operação Southern Seas em 9 países da América Latina
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  • A 4ª Frota da Marinha dos EUA enviará o porta-aviões USS Nimitz para exercícios com o Brasil e mais nove países da América Latina na Operação Southern Seas 2026.
  • O destróier de mísseis guiados USS Gridley também participará das atividades do Comando Sul da Força Naval dos EUA no continente.
  • Países participantes: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai; escalas previstas: Brasil, Chile, Panamá e Jamaica.
  • Observadores de nações parceiras acompanharão as operações, em uma ação que já está na 11ª edição desde 2007, segundo Washington.
  • O objetivo é fortalecer a cooperação naval entre os países e melhorar a capacidade de enfrentar ameaças comuns.

A 4ª Frota da Marinha dos EUA enviará o porta-aviões USS Nimitz para exercícios navais com o Brasil e mais nove países da América Latina. A operação Southern Seas 2026 incluirá a participação de um destróier de mísseis guiados, o USS Gridley, nas atividades da força naval do Comando Sul.

Entre as nações parceiras estão Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai. As escalas previstas incluem paradas no Brasil, Chile, Panamá e Jamaica. Observadores de países parceiros também acompanharão as manobras.

A iniciativa, em sua 11ª edição desde 2007, visa aprimorar operações conjuntas no domínio marítimo, segundo as autoridades americanas. O contra-almirante Carlos Sardiello destacou que o objetivo é construir confiança e enfrentar ameaças comuns.

O anúncio reforça a presença dos EUA na região, já praticada em exercícios no Caribe no ano anterior. Além disso, atividades ocorridas na ilha de Trinidad e Tobago foram citadas como parte do histórico de cooperação regional.

Segundo o Comando Norte, as manobras buscam aperfeiçoar capacidades de resposta e cooperação entre as marinhas envolvidas, com foco em interoperabilidade e prevenção de ilícitos marítimos.

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