- Valérie Hayer, presidente da Renew Europe, afirmou que a Ucrânia não é moeda de barganha e que a guerra com o Irã não é nossa guerra, em entrevista à Euronews em Helsinki.
- Ela rejeitou a ideia de Marco Rubio de que, se a Europa não ajudar o Irã, Washington reduziria a participação em acordos de paz para Kyiv, dizendo que defender a Ucrânia deve permanecer prioridade.
- Representantes europeus e ucranianos concordam que um respaldo liderado pelos Estados Unidos é necessário para garantias de segurança a Kyiv; sem a participação dos EUA, o pacote não seria tão eficaz para dissuadir a Rússia.
- Rubio afirmou, antes de seguir para o G7 na França, que alguns líderes europeus disseram que a Ucrânia não é questão da Europa; Hayer disse que mudar o foco seria um erro.
- Questionada sobre ajudar os EUA a abrir o estreito de Hormuz, ela disse que o tema é segurança energética europeia, destacando a importância da rota e a necessidade de reduzir a dependência de combustíveis fósseis para a transição energética.
Valérie Hayer afirmou em Helsinque, em entrevista à Euronews, que a Ucrânia não pode ser tratada como peça de barganha. Ela enfatizou que a guerra com o Irã não é a nossa guerra e que a defesa da Ucrânia deve permanecer prioridade da Europa.
A líder liberal francesa, presidente do Renew Europe, viaja com uma missão parlamentar para discutir segurança. Ao falar antes de ir a uma reunião do G7 na França, ela defendeu que a Ucrânia precisa de um apoio sólido da coordenação internacional.
Hayer rebateu o comentário de que a Europa abriria mão da Ukraine para facilitar acordos com Washington. Ela disse que a participação dos Estados Unidos continua fundamental para dissuadir agressões futuras.
Ponto de vista de Valérie Hayer
Segundo a dirigente, desviar o foco da Ucrânia representaria um erro estratégico. Ela apontou a Rússia como principal ameaça e ressaltou que defender a Ucrânia deve ser a prioridade para líderes europeus.
Sobre o开放 do Estreito de Hormuz, a dirigente afirmou que o tema envolve segurança energética para a Europa, não apenas exigência dos EUA. O estreito responde por cerca de 20% do petróleo mundial.
Hayer acrescentou que as ações até agora visam também a transição energética. A Europa precisa reduzir a dependência de combustíveis fósseis e buscar maior independência energética.
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