- A Embraer está otimista com a possibilidade de vender os cargueiros KC-390 para o governo dos Estados Unidos.
- As conversas com a Força Aérea dos EUA envolvem usar o KC-390 como complemento à frota de tankers existente.
- O objetivo inicial é integrar o KC-390 como complemento à frota atual da Força Aérea Americana.
- O CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto, participou da Brazil Conference 2026, em Boston, entre Harvard e MIT.
- Sobre a guerra no Oriente Médio, há expectativa de maior orçamento de alguns países; o KC-390 pode ter oportunidades no curto prazo, e a empresa não espera impacto financeiro neste ano; houve retirada temporária de funcionários do Oriente Médio, com retorno gradual.
A Embraer está avaliando a venda dos cargueiros KC-390 para o governo dos Estados Unidos. O tom é de expectativa, com o CEO Francisco Gomes Neto dizendo estar “muito animado” com a oportunidade.
As conversas com a Força Aérea dos EUA visam usar o KC-390 como complemento aos tankers, aviões de reabastecimento. Segundo Neto, a ideia é ampliar a capacidade da frota já existente.
Neto participou da Brazil Conference 2026, evento realizado em Boston, na Universidade de Harvard e no MIT, como palestra de abertura. O encontro reúne estudantes brasileiros nos EUA.
Contexto internacional e impactos
Questionado sobre a guerra no Oriente Médio, o executivo afirmou que há expectativa de maior orçamento de diversos países, o que pode favorecer o KC-390 no curto prazo, mas o foco permanece no imediato.
Ainda segundo o CEO, não há impacto financeiro esperado para a Embraer neste momento. A empresa retirou temporariamente pessoas da região, com retorno gradual já em curso.
A Embraer afirmou que o tema é de interesse estratégico, com avaliações em andamento sobre demanda e ajustes operacionais, sem confirmar prazos. A empresa não divulgou números oficiais. CNN Brasil viajou a convite da Brazil Conference.
Entre na conversa da comunidade