- Funcionários do Departamento de Segurança Pública do Mississippi encontraram um acervo da Ku Klux Klan ao esvaziar um armário durante a mudança de sede.
- Entre os itens estão uma máscara e um manto, a carta constitucional manuscrita da filial dos Cavaleiros Brancos no Mississippi, manuais de rituais (Kloran), atas de reuniões, livros contábeis e uma lista de integrantes com status de pagamento.
- Segundo o Mississippi Today, os objetos teriam pertencido aos Cavaleiros Brancos, facção violenta da Klan na década de sessenta, reunidos na década de mil novecentos sessenta e armazenados como evidência.
- O material será digitalizado pelo Mississippi Department of Archives and History, com acesso público previsto; as autoridades destacam que os itens são históricos e não indicam atividade atual.
- A descoberta oferece visão sobre a atuação histórica da KKK no estado, onde o grupo foi um reduto importante durante o movimento pelos direitos civis.
Funcionários do Departamento de Segurança Pública do Mississippi encontraram um acervo da Ku Klux Klan ao esvaziar um armário durante a mudança de sede. A descoberta foi divulgada pelo jornal Mississippi Today.
Entre os itens encontrados estão uma máscara e um manto da Klan, a carta constitucional manuscrita da filial local, manuais de rituais secretos conhecidos como Kloran, atas de reuniões e livros contábeis.
Também foi localizada uma lista de integrantes que pagaram ou deixaram de pagar mensalidades à organização, além de documentos históricos que remontam aos anos 1960.
Segundo o departamento, os itens provavelmente foram reunidos por investigadores da época, quando a KKK era monitorada no estado, e estariam armazenados como evidência desde então. Não indicam atividade atual.
O material será entregue ao Mississippi Department of Archives and History para processamento e digitalização, com previsão de acesso público no futuro.
O comissário de Segurança Pública, Sean Tindell, explicou que a preservação dos artefatos ajuda a assegurar que gerações futuras compreendam o ódio promovido pela organização.
O diretor do arquivo estadual, Barry White, descreveu o conjunto como especialmente significativo por reunir registros administrativos e materiais de propaganda da KKK, conhecida pela violência histórica.
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