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Opositor pede intervenção dos EUA com lema “Make Iran great again”

Reza Pahlavi, opositor iraniano, defende intervenção dos EUA e ruptura com o regime, apresentando o IPP e a ideia de parceria com EUA e Israel

Reza Pahlavi, opositor do regime iraniano, participou de evento conservador nos EUA neste sábado (28.mar.2026)
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  • Reza Pahlavi discursou no CPAC, em Texas, neste sábado, defendendo a transição do Irã para a democracia e apresentando o Plano de Prosperidade do Irã (IPP).
  • Ele afirmou que vai liderar a mudança a pedido do povo iraniano e adaptou o slogan “Make Iran Great Again” para a situação do país.
  • O oposicionista disse que é necessário tirar do poder a “facção” atual e rejeitou qualquer acordo que mantenha o regime no poder.
  • Alegou que milhões de iranianos pediram sua liderança, citou adesões de parte de oficiais do regime a uma plataforma de deserção e criticou o isolamento do Irã.
  • Defendeu uma relação estável entre Irã, Estados Unidos e Israel, e afirmou que uma parceria estratégica poderia gerar mais de US$ 1 trilhão para a economia norte‑americana.

Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, participou neste sábado, 28 de março de 2026, do evento conservador CPAC, no Texas. Em discurso, ele propôs que os Estados Unidos liderem a transição do regime iraniano para a democracia, apresentando o IPP, plano de prosperidade do Irã. A manifestação ocorreu durante a conferência de políticas conservadoras realizada entre 26 e 29 de março.

O opositor afirmou que não há espaço para a continuidade da facção no poder e que os remanescentes do regime conspirariam contra os EUA e países da região. Pahlavi descreveu a República Islâmica como não reformável e reforçou a necessidade de derrubar o regime para alcançar paz e estabilidade regional.

Durante o discurso, ele repetiu a ideia de transformar o Irã em um aliado dos EUA e de Israel, defendendo uma relação estratégica que traria benefícios econômicos norte-americanos. Em tom crítico, afirmou que milhares de oficiais militares do regime já sinalizaram adesão à sua plataforma de deserções.

Pahlavi também criticou a atuação da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), argumentando que não representa o Exército Nacional do Irã, e destacou a repercussão das recentes mobilizações populares no Irã, ressaltando que o povo busca liberdade e mudanças políticas.

Ele alegou que o Irã pode contribuir para uma ordem estável no Oriente Médio caso se torne livre, e afirmou que a população pede intervenção para pôr fim ao regime. O opositor garantiu apoio de setores militares que, segundo ele, desejam colaborar com a transição.

Pahlavi citou protestos amplos ocorridos em 31 províncias como evidência de apoio popular à mudança e descreveu a população como disposta a abandonar a era de violência do regime. Disse que o papel dos EUA seria facilitar uma transição pacífica rumo a uma democracia.

O discurso também destacou uma visão de cooperação regional, com o Irã se aproximando de interesses comuns com EUA, Israel e vizinhos árabes, sob uma governança estável. O opositor reforçou a necessidade de romper com a atual liderança para evitar novos ciclos de instabilidade.

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