- Netanyahu disse ter ordenado ampliar as operações do Exército israelense no sul do Líbano para neutralizar a ameaça de mísseis do Hezbollah.
- Israel afirmou ter ampliado uma zona de amortecimento até o rio Litani; não ficou claro se a expansão envolve essa área ou território adicional.
- O objetivo é fortalecer a segurança na fronteira norte; quatro soldados israelenses morreram nos combates no Líbano.
- Desde início dos conflitos, mais de quatrocentos combatentes do Hezbollah foram mortos; as ofensivas no Líbano deixaram mais de 1,1 mil mortos, entre civis e combatentes.
- Netanyahu disse que Israel atua em múltiplas frentes contra o Irã e seus aliados, incluindo Hezbollah e Hamas; EUA e Israel bombardearam o Irã desde 28 de fevereiro.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo que ordenou ao Exército ampliar ainda mais as operações no Sul do Líbano. O objetivo é deter lançamentos de mísseis pelo Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. A declaração ocorreu após um registro de ataques e disparos na região.
Israel informou estar ampliando uma zona de amortecimento até o rio Litani, no Líbano. Não ficou claro se Netanyahu referia-se a essa área ou a tomada de território adicional. O ministro da Defesa, Israel Katz, havia citado controle de pontes e da zona de segurança até o Litani.
O Hezbollah intensificou os ataques após ações aéreas de EUA e Israel contra o Irã. Em números internos, mais de 400 combatentes do Hezbollah teriam morrido desde 2 de março, segundo fontes próximas ao grupo. No Líbano, autoridades de saúde falam em mais de 1.1 mil mortos entre civis e combatentes.
As Forças Armadas de Israel declararam perdas de quatro soldados nos combates no Sul do Líbano. Netanyahu afirmou que a expansão da zona de segurança busca fortalecer a fronteira norte e reduzir a capacidade de disparos de mísseis do Hezbollah.
Contexto regional
O governo israelense aponta para a atuação conjunta com o Irã e seus aliados, incluindo o Hamas em Gaza, para fragmentsar a influência regional iraniana. Em paralelo, EUA e Israel têm realizado ataques contra alvos iranianos desde fevereiro, com impactos na região.
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