- Um homem escocês de 45 anos, identificado como Steven Lyons, foi preso ao desembarcar no aeroporto Ngurah Rai, em Bali, na Indonésia.
- Lyons estava na lista de Interpol com um Red Notice a pedido da Espanha, para extradição.
- Ele é acusado de chefiar um esquema criminoso que usava empresas de fachada para lavagem de dinheiro na Europa e no Oriente Médio.
- Lyons deverá ser extraditado para a Espanha na quarta-feira; a investigação envolveu polícia da Espanha e da Escócia, com apoio da Europol.
- Lyons chegou a Bali com dois acompanhantes, que seriam membros do mesmo cartel, segundo autoridades locais; eles não possuem mandados de prisão ativos no momento.
Um cidadão escocês, apontado como figura sênior de um sindicato internacional do crime, foi preso logo após desembarcar em Bali, na Indonésia. A captura ocorreu no Ngurah Rai International Airport, quando o estrangeiro chegou vindo de Cingapura.
O homem de 45 anos foi detido pela imigração com base em uma Red Notice da Interpol, solicitada pela Espanha. Lyons é buscado na Espanha e no Reino Unido por crimes ligados a organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Lyons deverá ser extraditado para a Espanha na próxima quarta-feira, segundo o chefe da polícia de Bali, Untung Widiyatmoko. A operação envolve investigações conjuntas entre autoridades espanholas e britânicas, com participação da Europol.
Detalhes da investigação e o papel de Lyons
A Interpol informou que Lyons liderava uma rede que utilizava empresas de fachada para lavagem de dinheiro na Europa e no Oriente Médio, incluindo Espanha, Escócia, Inglaterra, Dubai, Qatar, Bahrein e Tukey.
Na Espanha, Scotland e Reino Unido, recentes operações resultaram em prisões com apoio da Europol e de autoridades da Turquia, Países Baixos e Emirados. Lyons é ligado a homicídio em 2024 que envolveu morte de um parente em Glasgow, conforme relatos da imprensa britânica.
Lyons chegou a Bali com duas pessoas que, segundo a imigração local, continuam no local. A Interpol espanhola os identificou como membros do mesmo cartel, mas sem mandados de prisão ativos. A polícia local não informou locais de residência ou atividades atuais dos acompanhantes.
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